Quando anunciaram a entrada do Herrera para iniciar o segundo tempo no lugar de Elkeson, o torcedor que nunca perdoou as mãozinhas na cintura do Oswaldo de Oliveira ficou certo de que o jogo estava perdido. Na verdade, o torcedor que não engoliu e jamais esquecerá as afrontas de Oswaldo de Oliveira à torcida botafoguense sabia de antemão que Elkeson nem mesmo deveria ter sido escalado, pois é um jogador cuja fraqueza de caráter não condiz com o conhecido espírito de luta botafoguense, e muito menos em se tratando de uma partida decisiva como o jogo de ontem. No entanto, esse torcedor sabe que o problema do Botafogo não é o Elkeson, sua metrosexualidade, sua ‘máscara’ gigantesca e suas indecifráveis caretas, apesar de não entender o porquê da escolha do Herrera, que não é e nunca será a solução quando o problema é a falta de gols, o que deveria ser do conhecimento do treinador.
O torcedor que percebe a falsa ponderação na fala mansa de Oswaldo de Oliveira, que esconde uma obviedade vulgar e um espírito arrogante, sabia que a escalação e posterior substituição do detestável Elkeson não passavam de um truque para dissimular a construção de uma derrota, um fracasso cultivado muito antes do início da partida. Porque o torcedor que não admite que um técnico ultrapassado e de pensamento previsível fale o que bem entende da nossa torcida sabe que o fracasso botafoguense não é fruto do acaso e tem pouca relação com a índole leviana do Elkeson e com as besteiras ditas e feitas por Oswaldo de Oliveira.
Esse mesmo torcedor que vaia o indefensável futebol de Felipe Menezes sabe que as duas derrotas para o Fluminense e a eliminação frente a um adversário que acabou de ser promovido à série B não têm nada a ver com o topete do Elkeson e nem com a marca dos jeans do Oswaldo de Oliveira. Porque sabe que os responsáveis pela manutenção de Elkeson e sua fraqueza de caráter, de Oswaldo de Oliveira e seus esquemas ultrapassados, e de um bando de jogadores sem nenhum compromisso com o clube que deveriam defender são aqueles que os contrataram.
O torcedor que se sentiu constrangido com a figura particularmente ridícula do presidente do clube levantando a taça antes dos jogadores sabe que a disposição pusilânime do time atual não acontece à revelia dos eternamente incompetentes Anderson Barros, Andre Silva e Mauricio Assumpção.
O torcedor avesso à repugnante empáfia estrambólica de Oswaldo de Oliveira não será iludido pelas várias camadas de comando que encobrem Mauricio Assumpção, Andre Silva e Anderson Barros, os verdadeiros responsáveis por nossos recentes fracassos no estadual e na Copa do Brasil, pela sequência de sete derrotas na reta final do Brasileiro de 2011 e pela transformação do Botafogo em um time de covardes, coisa que historicamente nunca fomos.
Esse tipo de torcedor se angustia por saber que nada pode fazer diante da realidade inescapável que nos impõe Mauricio Assumpção, Andre Silva e Anderson Barros como os administradores de nossa inevitável desgraça no Brasileiro, na Sul-Americana e em qualquer competição por vir. Pois são eles os que contratam figuras abjetas como Oswaldo de Oliveira e Caio Junior, e os permite e incentiva a afrontar a torcida da forma que bem entenderem, em uma clara indicação de que não se interessam pela preservação do maior patrimônio do clube, sua torcida. São esses três senhores e seus correligionários sócios e conselheiros os responsáveis por uma lista enorme de jogadores perfeitamente inúteis como Elkeson, Antonio Carlos, Fabio Ferreira e Felipe Menezes, somados a toda sorte de medíocres tímidos a exemplo de Andrezinho, legando um rastro de destruição ao clube que deveriam por obrigação proteger.
Com esses três no comando, o torcedor que os tem como inimigos do Botafogo não precisa de um oráculo para prever os futuros fracassos alvinegros: começam pela próxima competição, continuam na seguinte e prosseguem nas subsequentes, até o fim do mandato.
Não há fogo que aguente...
Saudações botafoguenses!

















