terça-feira, 30 de março de 2010

segunda-feira, 29 de março de 2010

Que honra!

Emprestar o Engenhão para um ‘co-irmão’ jogar no domingo e estrear a ilustre rodada de segunda-feira em São Januário.

É melhor nem colocar alguma imagem que faça referência ou comente o papel ridículo que a atual diretoria permite que o Botafogo faça.

Saudações botafoguenses!

domingo, 28 de março de 2010

Passou dos limites


Palavras de Leandro Guerreiro: ‘O Joel tem uma mentalidade vencedora e muitas conquistas no currículo. Por isso, está mais ansioso do que a gente para ganhar mais essa competição. Acho válido.’ (Globoesporte.com)

Ou seja, Leandro Guerreiro se surpreende com a ‘mentalidade vencedora’ de Joel Santana, que após uma penca de títulos conquistados ainda quer mais. Isso porque Leandro Guerreiro não tem esse espírito. Acha ‘válido’, mas não o possui. Deve se contentar com o glorioso título da Série C do Brasileiro, o único de sua carreira. Um perdedor nato.

Na Wikipédia descubro que Leandro Guerreiro (...) caiu em desgraça com a torcida (do Internacional) devido à falha que culminou em gol do Cruzeiro e eliminação do Internacional na Copa João Havelange (...). Não fui eu quem disse isso, está lá escrito: ‘Falha’.

Não foi só aquela em que deixou Renato Augusto livre para chutar como bem entendesse em 2007. Nem o drible ridículo que levou de Juan em 2008, o que deu origem ao gol de Obina. E nem a liberdade que deu a um jogador do Duque de Caxias para chutar sem a mínima pressão – agora no Carioca –, obrigando Jefferson a fazer uma grande defesa, para em seguida falhar novamente, não cortando uma bola cruzada na área a meio centímetro de sua cabeça. São muitas falhas...

‘(Joel) está mais ansioso do que a gente para ganhar mais essa competição.’ Desculpem-me a repetição, mas isso não me sai da cabeça, amigos! Porque é justamente esse o Leandro Guerreiro que sempre percebi e que agora revela sua personalidade sem sede de vitória, e fala abertamente para quem quiser ouvir.

Um burocrata sem ideal. Bate o ponto, corre atrás de uma bola e vencendo ou perdendo dá no mesmo.

Nunca me enganou com seu futebol limitado e sua lerdeza incontornável. Sei que ele corre o campo todo, dá seu sangue. Mas de que serve o sangue de um homem que pensa assim?

Se já não gostava do seu futebol, de suas declarações previsíveis, de sua apatia frente às derrotas, agora, o que resta para ser apreciado neste jogador?

Leandro Guerreiro é prenúncio de más notícias.

Saudações botafoguenses!

sábado, 27 de março de 2010

Enquetes no ar


Como o debate em torno da escalação de Caio como titular do Botafogo é um assunto que não pode fugir da pauta alvinegra do momento, criei duas enquetes para saber quem os leitores acham que deveria sair do time para dar lugar a ‘o cara’.

A primeira pesquisa se baseia na ideia de que Lúcio Flávio, Fahel e Leandro Guerreiro são titulares absolutos, que é a forma como percebo o sistema imposto pela atual diretoria e seus parceiros empresários.

A segunda pesquisa é, no meu entender, uma forma de tentar nos distanciar da dura realidade que é conviver com a ideia de que quem escala o time são os ‘parceiros’, com o aval da atual diretoria. Ou seja, podemos votar ‘livremente’ em qualquer jogador, porém limitados ao que parece ser a equipe titular, baseada nas que iniciaram os últimos jogos.

Que a voz do povo seja a voz de Deus.

Saudações botafoguenses!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Mais uma vez por um triz e mais 3 pontos


Ontem assisti a apenas meia hora do primeiro tempo da partida. Sobre o pouco que vi posso dizer que ambas as equipes pareciam preguiçosas.

Não dá para esperar muito de uma saída de bola a cargo de Fahel.

Sandro Silva – de quem defendi a escalação e considero bom jogador – andou inventando umas firulas (já no primeiro tempo!) que eu qualificaria como coisa de gente boba. E ele é um homem feito, poxa! Um cara que vem fazendo boas partidas e fez excelente jogada de fundo deveria pensar duas vezes antes de comprometer o todo de sua atuação com esse tipo de gaiatice.

Somália andou bem durante o tempo que vi da partida e os cabeceios de Loco Abreu estavam saindo tortos.

Lúcio Flávio se livra espetacularmente de um punhado de adversários, entra na área, tem tempo e espaço de sobra para desenvolver a jogada e entrega candidamente a bola nas mãos do goleiro adversário. Não me surpreendeu nem um pouco.

Acompanhei parcialmente o segundo tempo através de um desses sites que publicam notas ‘em tempo real’. A primeira nota foi mais ou menos isso: ‘Começa o segundo tempo. Lento.’

Quando informaram que o Caio estava se aquecendo já passava dos 20. Fiquei chateado com aquela estória de o Joel esperar quase meia hora para fazer o que a torcida queria que fosse feito desde o início da segunda etapa, que é colocar o Caio para incendiar o jogo. Melhor ainda: o Caio como titular.

Mais uma vez, como um relógio, o time de Joel ganhou mais uma partida por um triz, contando com a velocidade, a visão de jogo, a inteligência, o senso de oportunismo, a técnica e, por que não, a estrela de Caio.

Muitos amigos, companheiros botafoguenses, a torcida em geral, andam criticando Joel Santana, pois nosso treinador não escala o Caio desde o início das partidas e, quando o lança, o faz tardiamente.

Eu mesmo escalaria Caio desde o início das partidas pelo simples fato de que o time joga melhor com ele em campo.

Mas acho que entendo o porquê do Joel insistir em repetir – como um relógio – a entrada de Caio por volta da metade da segunda etapa. Nosso treinador se repete porque este dispositivo está dando certo. Só isso.

Parece ridículo de tão banal, parece tacanho de tão simples que é. Mas é isso que Joel fará. Ele irá ignorar a lógica racional e seguirá até o fim com sua própria lógica, massacrando nossos corações e matando a muitos de raiva, porque Joel Santana não vai mudar o que está dando certo, mesmo que algumas vitórias, como a de ontem, tenham sido conquistadas por um triz.

E eu fico na minha, porque, mesmo discordando de suas escalações, o que eu quero é o que o Joel quer nos dar.

Saudações botafoguenses!

quinta-feira, 25 de março de 2010

O Relógio


Joel modifica o time de forma tão paulatina, que parece estarmos jogando com o mesmo time desde sempre, mas não estamos.

As novidades desde a chegada do atual treinador são as seguintes: Danny Moraes, Sandro Silva e Somália (o Caio não entra na conta, pois é opção para uma mudança de rumo no decorrer das partidas).

No início do campeonato, pelas minhas contas, faltavam oito jogadores. Antonio Carlos, que já estava jogando naquele time, parece ter se encontrado com a bola, o que, somado aos três que se encaixaram bem à equipe, nos deixou carentes de apenas quatro jogadores.

Ainda faltarem quatro jogadores é muito, mas é metade do que faltava.

Se conseguimos vencer o primeiro turno com um déficit de uns 70%, podemos presumir – teoricamente e se assim quisermos – que nos faltar uns 35% não chega a ser grande coisa.

Não poderei assistir à parte da partida de hoje – porque esse horário é uma piada sem graça mal contada –, mas acredito que, se estivermos em boa vantagem quando eu chegar para assistir ao tempo de jogo que restar, vou ter a oportunidade de ver mais alguma ‘novidade’ no time.

E assim vamos, pisando com cuidado e lutando para garantir o título já no segundo turno, se a gula da diretoria não fizer o Botafogo parar em um restaurante qualquer, para fazer uma boquinha com o ‘co-irmão’ do momento.

Saudações botafoguenses!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Divagando com os amigos


A postagem intitulada 1 bom sinal gerou uma série de comentários que publico agora, editando e comentando de leve. Vale lembrar que o tema do texto era o jogo contra o São Raimundo. Segue o clipping:

Rodrigo Federman, do Cantinho Botafoguense, disse: “Luiz, a coisa tá feia, amigo...”

Não há como não concordar com a síntese perfeita do Rodrigo, pois o time não jogou absolutamente nada naquela partida. (O tempo parece estar fazendo bem ao time. Espero que a boa apresentação no último clássico se consolide e não desague em um entusiasmo infrutífero dos jogadores)

* * *

Álan Leite, do Fogoblog, escreveu: “Acredito em melhoras, e que elas venham de forma urgente, afinal piorar não dá.”

Putz! ‘Piorar não dá’... Vejam a que ponto chegamos. Dói, mas sou obrigado a concordar. Por outro lado, concordo tranquilamente com o Álan no que diz respeito a acreditar que o time vá se ajustar. (Por uma vez já se ajustou. Que continue bem ajustado).

* * *

O Gustavo, leitor que comenta em vários blogs botafoguenses, escreveu um comentário extenso analisando a equipe e a partida. Nesta minha edição deixo aqui sua sugestão para a escalação da equipe: Jefferson (A Parede), Alessandro ou Jancarlos, Danny Morais, Fábio Ferreira e Marcelo Cordeiro; Sandro Silva, Leandro Guerreiro ou Fahel, Lúcio Flávio e Edno; Herrera e Loco Abreu. (Faltou ao Gustavo e a todos nós sabermos que o Somália pode ser a solução à direita de Jefferson).

Mesmo não concordando com alguns dos nomes escolhidos, fecho com o 4-4-2, pelo menos no papel. Acho que é um sistema que facilita as saídas de bola.

* * *

O Gil, assíduo comentarista dos blogs alvinegros, sugeriu o aproveitamento de Rodrigo Dantas e Wellington Junior, que são jogadores do meu agrado, principalmente o WJ.

Mas o que considero mais importante no seu comentário é a referência ao grupo do flamenguista Anderson Barros, que realmente é um mal incontornável enquanto não for expelido.

* * *

O SPECTRE produziu um ‘comentário visual’ muito interessante, que reproduzo aqui, na íntegra:

http://www.employmentblawg.com/wp-content/uploads/2008/07/blind-man.jpg

EIS O RETRATO DO TORCEDOR DO BOTINHA 2010 !

http://rajatgupta.files.wordpress.com/2006/06/fifa2.jpg

NOSSOS (AI,AI,AI) "CRACKS" ESTÃO JOGANDO "BONITO" ...

http://www.students.stedwards.edu/okajoin/the-3-monkeys.jpg

CONCLUSÃO:

MANEIRA + CORRETA DE ASSITIR E TORCER PARA O BOTINHA 2010 !

Esse acho que não deva ser comentado, somente apreciado.

Nota: O SPECTRE deixou um comentário nos mesmos moldes, só que muito mais extenso, no blog Zé Fogareiro de ontem.

* * *

Lannes Jr ensina: “Calma, muita calma nessa hora! Joel sabe o que faz. Chegaremos lá como sempre...”

É uma afirmação que me induz ao silêncio e me lega a paz de espírito.

* * *

Rui Moura, do Mundo Botafogo/Estrela Solitária, se antecipando ao meu comentário sobre o jogo contra o Olaria, disse: “(...) gostei do pós-dilúvio com a aparente extinção do ‘pássaro’ dodô.”

Ah, Rui! Que maldade... rs

* * *

Enfim, vale ou não a pena escrever um blog? Aprendo me divertindo, e me divirto aprendendo.

Saudações botafoguenses!

terça-feira, 23 de março de 2010

Pseudo, pseudo, pseudo

O Botafogo é perseguido por arbitragens criminosas, mas isso não é novidade. A imprensa sempre tentou negar e encobrir esta verdade, o que também não é fato novo.

Como os jornalistas de esportes operam os meios de comunicação e com isso detêm o poder sobre a formação de opinião, o que me resta é tentar rir dos disparates ridículos, senão mal intencionados, dos que se camuflam usando a pseudoneutralidade da imprensa para fazer propaganda para os anunciantes que sustentam os patrões que lhes pagam o salário.

Seriam patéticos se não estivessem em posição tão privilegiada de manipulação dos fatos.

Esses pseudojornalistas protagonizam contorcionismos semânticos e de caráter para distorcer a realidade, e eu me esforço para colocá-los na posição de ‘escada’ de um pseudocomediante protagonista.

Saudações alvinegras!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Só falta não dar chance ao azar


Posso acreditar que estamos definitivamente rumo ao título, se me disserem que Somália foi efetivado como titular da lateral-direita;

- Se me convencerem que Leandro Guerreiro não atrapalhou a intervenção de Jefferson no lance do primeiro gol adversário;

- Se me explicarem direitinho o porquê do Fahel inicialmente se distanciar de Adriano antes de tentar a reaproximação quando já era tarde, não evitando o empurrãozinho que levou do artilheiro flamengo;

- Se me levarem a acreditar que todas as tramas de contra-ataque durante os 2 a 1 deram errado em decorrência do não cumprimento ou má aplicação de jogadas exaustivamente ensaiadas durante os treinamentos;

- Se me fizerem compreender porquê um ‘maestro/capitão’ não consegue conduzir seu time a tocar a bola e ele mesmo insista em tentar lançamentos tresloucadamente inócuos;

- Se me enfiarem na cabeça a ideia de que a responsabilidade pela ‘falta de malandragem’ nos minutos finais não recai sobre o comando que estava no banco de reservas, uma vez que uma falta no exato local da que originou o gol de empate foi feita poucos minutos antes daquela, e tudo em decorrência da não instrução básica para que o time mantivesse a posse de bola que vinha garantindo o resultado até o ‘evitável’ recuo e o consequente sufoco final.

Já que ninguém vai perder tempo tentando convencer um pobre cachorro de que seu time de coração não dá chance ao azar, a partida deste domingo me fez acreditar que agora estamos finalmente disputando de igual para igual com os outros, e que o simples e importante fato de já sermos finalistas nos coloca em vantagem. E isso não é pouco.

Porque finalmente vi a equipe jogar uma partida como se fora um time de futebol profissional e organizado, o que antes não era observado.

Parabéns ao time!

Nota: resenhas e análises sugeridas pelo blog: Cantinho Botafoguense, Fernando Gonzaga, Fogo Eterno, Fogoblog, MCR, Mundo Alvinegro, Mundo Botafogo/Estrela Solitária, snoopy em preto e branco.

Saudações botafoguenses!

(Foto: Paulo Sérgio, Lancenet)

domingo, 21 de março de 2010

Limitações da contemporaneidade

Jornal online não serve pra embrulhar peixe


O Lancenet/Lancepress! distorce a realidade ao afirmar, em matéria sobre a segurança no Engenhão (leia aqui), que ‘(...) a polícia teve trabalho para controlar a violência DAS TORCIDAS (...)’ (referindo-se ao jogo do ano passado entre Botafogo e Flamengo).

Ora, não foi bem assim. O sistema de policiamento funcionou a contento, garantindo segurança aos torcedores que foram ao estádio com a intenção de assistir a uma partida de futebol.

Agora, não há sistema de segurança – a não ser o banimento – capaz de conter integrantes de ‘torcidas organizadas de um mesmo clube’ dispostos a se agredir mutuamente, que foi o ocorrido entre torcedores flamenguistas, na ocasião, dentro e fora do estádio.

O problema na gestão de qualquer tipo de atividade é não identificar o nível de importância do objeto com o qual se está lidando. Deram a um ‘foca’ – presume-se, por ser um texto não assinado – a incumbência de escrever uma matéria sobre temas extremamente importantes no âmbito do futebol carioca: a substituição temporária do Maracanã; e do brasileiro: a segurança nos estádios.

Por estarem mal informados ou mal intencionados, juntam os torcedores botafoguenses – que foram ao estádio e voltaram às suas casas tranquilamente – às torcidas organizadas e torcedores independentes do Flamengo, conhecidos ‘ícones’ da violência nos estádios.

Da forma como as ‘informações’ estão dispostas na matéria do Lancenet, fica parecendo que ninguém sabe quem são os notórios baderneiros e que o Lancepress não passa de um jornaleco.

Nota: O Globoesporte.com, como de costume, também não fica de fora da manipulação da realidade. Em matéria correlata (está aqui) o periódico omite o fato de que os torcedores envolvidos em brigas e confrontos com a polícia estavam exclusivamente do ‘lado flamenguista da força’. Se tivessem algum compromisso com a verdade, escreveriam: ‘POLICIAIS E TORCEDORES DO FLAMENGO ENTRARAM EM CONFLITO’.

Saudações botafoguenses!

Não se preocupem: hoje não seremos roubados

Caio diz que o Engenhão “é nossa casa, quem manda é o Botafogo. Temos que entrar mordendo, precisamos impor nosso jogo”. E completa: “Gosto de pressão, estádio cheio. Jogando no Botafogo nós temos que estar preparados para este tipo de situação”.

Então está ótimo! Um sujeito corajoso e impetuoso, que manda um recado claro para o adversário, de que não vai se esconder do jogo. Resta saber se a arbitragem será tão parcial quanto foi a do jogo passado.

Porque de nada valerá estarmos na ‘nossa casa’ se o Caio partir pra dentro, for caçado em campo e ninguém sair punido, como quis o inqualificável Luiz Antônio Silva dos Santos, conhecido pela alcunha de ‘Índio’.

Na verdade, como não é uma partida eliminatória, é possível que as faltas sejam corretamente marcadas e que não se inventem pênaltis e impedimentos contra nós. Porque a coisa é bem arquitetada, e os criminosos são pacientes, sabem a hora de delinquir.

Fica assim: O futebol é uma tremenda roubalheira, mas não é uma bagunça.

Saudações botafoguenses!

Dois zagueiros e quatro volantes...


Jefferson, Antonio Carlos, Danny Moraes, Fahel; Somália, Leandro Guerreiro, Sandro Silva, Lúcio Flávio e Marcelo Cordeiro; Caio e Herrera. É esse o time?

No meu tempo dos ‘rachas’ na praia e em campinhos chinfrim toda vida, a gente escrevia o nome de todos os presentes – na praia era na borda do calçadão – e dois sujeitos iam escolhendo intercaladamente os jogadores que gostariam que estivessem nos seus times. A ordem de escolha era dos ‘melhores’ para os ‘piores’ – claro – e quem sobrasse ficaria no ‘time de fora’.

Se num hipotético racha estivéssemos em uns trinta peladeiros disputando vaga, pelo menos uns seis dessa escalação aí de cima ficariam esperando ‘a próxima’.

Joel Santana quer o empate.

Saudações botafoguenses!

Bafana Bafana, Fahel Fahel!

Ontem, no Engenhão, o ‘time B’ jogou um amistoso contra os Bafana Bafana. Não sei se os portões estiveram fechados por motivos de custo e/ou segurança, se era um treino secreto do temível estrategista, Parreira, ou se não querem que saibamos ‘o quanto’ jogam os contratados que nem no banco ficam.

Seja como for, o Fahel não sai do time e nem do plantel, mesmo com as ‘promessas’ de redução do elenco. Quer apostar?

Saudações botafoguenses!