domingo, 5 de julho de 2009

Que Deus nos ajude!


É o que resta aos amigos botafoguenses implorar.

O prestidigitador


O enigmático farsante, Ney Franco, um cantor mal sucedido que vive enganado igualmente farsantes dirigentes futebolísticos, revelou que vai optar pelo esquema 3-6-1.

O resultado de uma partida de futebol é sempre uma incógnita. Mas seja qual for o esquema que o dublê de técnico de futebol preferido pela diretoria do Botafogo escolha para sua equipe atuar, algumas certezas o torcedor alvinegro pode ter em relação ao que NÃO vai ver seu time apresentar em campo, na tarde de hoje:

1) Esquema tático definido;

2) Sistema defensivo organizado;

3) Articulações de jogadas de ataque inteligíveis;

4) Jogadas ensaiadas.

E coisas que COM CERTEZA veremos:

1) Dois zagueiros medíocres;

2) Um lateral-esquerdo improvisado;

3) Dois meio-campistas lentos e indolentes (que soma, hein?);

4) Um centroavante inexistente.

Rezo, então existo

Peço a Deus que...

- Juninho cresça uns 7 centímetros, ganhe velocidade e dê combate aos adversários;
- Emerson não faça um gol-contra;
- Lúcio Flávio dê um passe para um gol;
- Leandro Guerreiro não faça pixotadas dentro da área;
- Renato não beba cachaça em campo;
- Jean Coral mostre o craque que traz escondido em suas entranhas;
- Fahel não entre no segundo tempo.

A ida do que não veio


O jogador constituído de substância etérea, o maestro da orquestra de surdos, o habilidoso jogador invisível, Lúcio Flávio, já está de malas prontas para transferir-se do futebol brasileiro para o mundo árabe.

Deixa o quarto de hóspedes da casa de seu amigo pessoal, André Silva, e vai encher de vento algum deserto oriental e de petrodólares os bolsos.

A transferência para o mundo dos sheiks já estava bem encaminhada desde sua estadia no Santos. (Pode-se imaginar que esta era a causa de não ser relacionado nem para o banco de reservas? Sim, o torcedor tem todo o direito de pensar o que quiser da atual diretoria e de seus "amigos pessoais").

Foi oferecido ou ofereceu-se ao time da Gávea, mas como bateria em retirada em 3 meses, o próprio Cuca vetou a transação.

Veio para o seio da rede de amparo ao jogador-sem-o-que-fazer-por-três-meses-até-a-janela-de-transferência e agora vai sem contratempos, pois em seu contrato foi estipulada uma cláusula livrando-o de multa rescisória, caso fosse contratado por um clube estrangeiro.

Tudo bem acertado, tudo bem arrumado, tudo bem esquematizado dentro do sistema de pilantragens encabeçado por Maurício Assumpção, que tem como asseclas, André Silva e Anderson Barros.

Vai-se o mestre das belas “colocações” no momento em que o Botafogo está na pior delas. Não deixa mágoas, não sai manchado, não deixa rastros, nem boas lembranças. Não deixa nada.

Que vá em paz e que Alá o proteja.

- E depois não me venha com esse papo de querer encerrar a carreira no Botafogo, porque se quiser voltar vai ser recebido à pedradas.

- Calma, Biriba, o cara é gente boa.

- Gente boa?

Saudações alvinegras!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Contratações e tentativas: O blá-blá-blá desencontrado de André Silva


"As negociações estão bem encaminhadas, mas ele tem contrato com o São Paulo e o empresário dele está tentando a liberação do jogador.” (André Silva – Terra, 1/7/2009)

Saiu do Botafogo contra sua vontade, numa das negociações mais estranhas e cercadas de mistério que já vi na história recente do Botafogo. Era o artilheiro do time, o Botafogo disputava a liderança do campeonato e Dodô estava suspenso por dois anos.

De todas as contratações e tentativas, pode ser a única boa notícia. E ele tem uma coisa que o difere dos outros: é Botafoguense.

“Fiquei surpreso com essa notícia. Nenhum dirigente do Botafogo me procurou. Se teve algum interesse, não chegou para mim. Até conversei com o meu empresário sobre isso tudo, e ele confirmou que não teve contato com ninguém do Botafogo.” (Dênis Marques – SRZD, 30/6/2009)

“Entramos em contato, mas a negociação nos custaria R$ 200 mil mensais. Logo, desistimos, não temos condições. Há quem não se incomode, mas os dirigentes de clube têm responsabilidade fiscal, há lei contra o mau pagador. Por isso, não é fácil. Ou contratar e não pagar é a forma correta?” (André Silva – Lancenet, 29/06/2009)

Só um teste de DNA com Gepeto poderia esclarecer a dúvida. Mas o que interessa é que não veio.

“Ele não vai para o Botafogo. Já tenho coisas melhores para ele, uma do Brasil e outra do exterior. Em acordo com o presidente do Corinthians, decidimos esperar o fim da Copa do Brasil.” (Fernando Garcia, empresário de Otacílio Neto – Lancenet, 16/6/2009)

"Vai que acontece alguma coisa e o Corinthians fica sem poder liberar o jogador. É melhor esperar passar a decisão." (André Silva – globoesporte.com, 1/7/2009)

É, parece que Otacilio Neto não conseguiu “coisas melhores” ao final da Copa do Brasil e André Silva não preserva a autoestima do Botafogo. Isso se o fator "caetaneante" não entrar em cena com um "ou não".

"Jogar pelo Botafogo seria a realização de um sonho de criança. Na minha família, a maioria torce pelo clube. Assim que soube do interesse, liguei para alguns parentes, que ficaram muito felizes." (Bill – Lancenet, 16/6,2009)

“É um jogador interessante. Não podemos ainda dar muitos detalhes, mas o Bill está sendo analisado e esperamos evoluir com a negociação.”
(André Silva – Jornal dos Sports.com.br, 15/6/2009)

As declarações de Bill merecem elogio. Demonstram que é um homem ajuizado, de extremo bom gosto e que vem de uma família de pessoas dignas e respeitáveis.

Sem entrar no mérito das qualidades "interessantes" do jogador, já sabemos que não veio. Mas será que virá, já que Otacilio Neto "não vai", mas parece que vem?

“Já que vamos para a Bahia por causa do jogo, faremos uma reunião com o Vitória para negociarmos melhor a transferência de Marquinho para o Botafogo. Estamos atrás de um jogador e o perfil dele é o que a gente quer.” (André Silva – globoesport.com, 18/6/2009)

Estava “bichado”, se recuperando de uma cirurgia, mas é jogador da Traffic e é ela quem manda. Uma incógnita que não veio.

"A gente está tentando viablizar o negócio, mas em função do nosso orçamento e o salário dos jogadores (Zé Roberto e Josiel), a gente está tentando compor uma fórmula com o Flamengo para trazer os jogadores. Neste momento não temos uma posição definitiva." (André Silva – O Dia Online. Fonte: Rádio Globo, 26/6/2009)

"Quanto ao Josiel, descartamos em função do alto salário." (André Silva – Jornal do Sports.com, 26/6/2009)

Salve, salve! A incompetência livra o Botafogo de mais um refugo vindo da Gávea. Mas com certeza o alto salário de Josiel é muito mais baixo que o do "amigo pessoal", Lúcio Flávio, o Gentleman.

“Ainda não nos aprofundamos neste assunto. Estamos fazendo a coisa com os pés no chão. É um jogador que me agrada e teve o nome citado.” (André Silva – globoesporte.com, 2/7/2009)

A Gávea não quer, o Espanyol também não. Mais um rejeito flamenco-flamenguista a se juntar à horda que está se alastrando por General Severiano, "aprofundando" ainda mais o "assunto" rebaixamento.

“Ele (Mauricio Pinilla) foi realmente oferecido. Porém, não está no perfil dos jogadores que o Ney Franco quer trazer”. (André Silva – Lancenet, 2/7/2009)

Não vem. Mas pergunto ao Rui Moura: Como foi este jogador em sua passagem por Portugal? Um amigo vascaíno me disse que é um tremendo perna-de-pau.

"Ele (Lucio, América de Natal) nos foi indicado e fiz o compromisso de observá-lo melhor. Mas o que estamos precisando, no momento, são jogadores de Série A, que todos conhecem. Com uma base montada, é preciso dar o tiro certo. Não vale mais apostas." (André Silva – Lancenet, 26/6/2009)

Se "ainda" vale ou não apostar, isso não é do meu ramo, pois não sou especialista em jogos de azar. No máximo sei que posso "passar a vez". Então, passo.

Mas ao dizer que "fez (sic) o compromisso de observá-lo (o jogador Lucio)", o Sr. André Silva entra na minha seara, que é a de procurar observar os fatos e as pessoas, para me aproximar da realidade, mesmo que relativa e subjetivamente. Ao analisar o histórico do trabalho de observação do dirigente do Botafogo, chego à conclusão de que, sendo ou não um bom jogador, Lucio jamais será bem avaliado pelo Sr. André Silva.

Porque uma pessoa que acredita que Ney Franco é bom treinador, contrata Fahel, Leo Silva, Emerson, Diego, Renato, Jean Carioca, Jean Coral, Tony, Flavio e que reintegra Juninho, Lúcio Flávio e ainda tenta trazer de volta Zé Roberto e Dodô não tem a mínima capacidade para observar e avaliar absolutamente nada relacionado ao futebol.

Na visão do Sr. André Silva, um jogador de futebol e um poste formam exatamente a mesma figura.

“Estou com 28 anos e sei da importância que é vestir essa camisa (...) É um sonho de criança jogar no Flamengo. Se trata de um clube que sempre admirei e, além disso, noventa por cento dos meus familiares eram torcedores.” (Lamentável declaração de Zé Roberto – UOL, 17/1/2009)

"Eu quero ficar no Flamengo e foi isso que ficou decidido. Estou muito satisfeito com essa conversa e nunca partiu de mim a possibilidade de sair. Meu ciclo na Gávea ainda não acabou e quero voltar ao time para fazer a torcida confiar em mim como aconteceu logo quando eu cheguei." (O Globo, 1/7/2009)

Ninguém quer Zé Roberto. Um jogador fora de forma, dispensado (ou não?) da Gávea por insuficiência técnica, que fez corpo mole quando queria sair do Botafogo, cuja passagem pelo Shalke 04 não deixou boas recordações aos alemães e que fez e faz declarações como estas, não merece vestir a linda camisa preto e branca.

Zé Roberto, não!

Não é mais incompetência. Isso é falta de vergonha na cara.


“Eu e o Maurício Assumpção encontramos o advogado do jogador (Dodô) num restaurante e conversamos sobre a possibilidade dele voltar ao Botafogo. Mas há esse impedimento legal (suspensão) e há também a rejeição de uma parte da torcida, pelo que ele falou quando saiu do Botafogo.” (André Silva – Gazeta online)

Porque tanta objeção ao que Dodô falou quando foi transferido, se eles fizeram exatamente o que jogador disse que queria, após a derrota para o Ipatinga por 3x1, que eliminou o Botafogo da Copa do Brasil, em pleno Maracanã?

"Queria ter oito jogadores do Ipatinga no meu time hoje." (Dodô, ainda em campo, em 2006).

Saudações alvinegras!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Lavagem cerebral e de dinheiro


A delinquente direção desgovernada do Botafogo, com o respaldo de sua igualmente delinquente aliada, que é a parte da imprensa esportiva que vive de um bom “jabá”, conseguiu emplacar a ideia de que o grande problema do Botafogo é a carência de bons jogadores.

Seria de causar espanto o fato de um clube – cujos dirigentes alegam insuficiência de recursos – não medir esforços para contratar jogadores do mesmo nível dos que já fazem parte de seu elenco.

Seria se a explicação para esta manobra não fosse evidenciada pelo fato de que, em seguida a uma campanha extraordinariamente maciça para fazer uma lavagem cerebral na torcida alvinegra e na opinião pública – incutindo em suas cabeças que a principal deficiência do Botafogo é o nível técnico de seus jogadores –, venha uma onda de tentativas de contratações, contratações efetivadas e ofertas de atletas “em baixa”.

Quem não entendia o fato da imprensa respaldar a opinião dos capos de General Severiano, agora já pode apaziguar sua inquietação mental.

O poder da MFD, Traffic, Ability, Eduardo Uran e quejandos é espantoso. Tem seus tentáculos entranhados na banda podre da imprensa e com certeza não são boa companhia para o Botafogo.

Nota: Longe de mim e do Biriba achar que no plantel atual exista algum jogador digno do prêmio Chuteira de Ouro.

Saudações alvinegras!

terça-feira, 30 de junho de 2009

O planejamento deu certo

(Clique na imagem para melhor visualizá-la)

Vamos para a nona rodada do Campeonato Brasileiro de 2009. Isso significa que restam 29 partidas para conhecermos o campeão, os três clubes que se juntarão a ele para disputar a Libertadores da América do ano que vem, os oito times com direito de competir pelo título da Copa Sul-americana e os quatro “perebas” destinados ao descenso.

Como o rendimento do Botafogo permanece estável, com índice de aproveitamento entre 20 e 30% desde a terceira rodada (25% no momento), eu e o Biriba calculamos que nosso time de coração atinja um total de cerca de 30 pontos ao final do campeonato, com o Glorioso fazendo parte do quarteto dos piores de 2009, passando o ano de 2010 lutando para voltar à "elite" do futebol.

Mas os dirigentes afirmam que não há motivo para mudanças, que não vão alterar o "planejamento", o que dá a entender que trata-se da peça mais importante na engrenagem projetada pela atual gestão, um elemento que está "dando certo". Gostaria que a diretoria fizesse planejasse melhor sua estadia no inferno.

Anderson Barros é uma fraude


“Toda contratação é delicada, posso dizer que falta uma ou outra peça. Trouxemos agora Teco e Jean Carioca. Um estava na final da Libertadores e outro é um garoto que foi bem no ano passado. Temos de ter esse equilíbrio na hora de contratar.” (Palavras de Anderson Barros. Fonte: Lancenet, 7/1/2009)

Anderson Barros, gerente de futebol do Botafogo, especialista em contratações de peso e contradições abismais, produziu esta pérola da pilantragem futebolística em janeiro deste ano.

Estas contratações tiveram como resultado um jogador que ficou cinco meses aos cuidados do Departamento de Medicina Legal de General Severiano e outro que apresenta rendimento técnico irrisório. E ambos não sentam nem no banco de reservas do time.

Anderson Barros faz mal à saúde


(Imagens: globoesport.com)

“(...) Num momento desses seria muito fácil troca (sic) de comando (...)” Por que tentar o caminho mais difícil? “ (...) Nós temos trabalhado incessantemente na busca desses atletas (...)” “(...) Nós temos a consciência que nós precisamos dar ao nosso treinador peças para que a gente possa desenvolver melhor e atingir os nossos objetivos (....)”

Resta à torcida acreditar que um clube que não disputa a Libertadores da América precise de mais de 33 jogadores no plantel.

“(...) O que a gente não pode perder é fugir àquilo que nós acreditamos... (ininteligível) ...o nosso planejamento, pra que a gente possa atingir nossos objetivos (...)”

Se o “nosso” planejamento e os “nossos” objetivos são a última colocação e a disputa da série B em 2010, não há o que mudar.

“A responsabilidade é de todos (...) a responsabilidade é da gerência de futebol, do comando técnico e dos atletas que hoje aí estão.”

Sobrou para os “atletas”. Obviamente que levamos uns seis gols nas últimas duas partidas por falhas individuais. Mas eram indivíduos que estavam em campo por decisão do treinador e foram contratados pela diretoria da qual faz parte o “verbo-disléxico”, Anderson Barros.

“ (...) A gente pode analisar os jogos que nós fizemos nas últimas rodadas e nós temos a consciência que nós poderíamos estar numa condição melhor (do) que nós estamos hoje (...)”

Se ao falar “últimas rodadas” o gerente de futebol do Botafogo quis fazer referência às duas últimas partidas, pode-se deduzir que a “consciência” de Anderson Barros é semelhante à capacidade de abstração de uma bactéria.

Na verdade a semelhança entre Anderson Barros e um micróbio maligno não se limita ao rendimento intelectual de ambos.

Bactérias sobrevivem detectando pontos fracos em organismos vivos, explorando estas deficiências. Agem patologicamente e podem levar o hospedeiro à morte, se nenhuma providência for tomada para a aniquilação destes seres nocivos.

Anderson Barros – o dirigente rubronegro que atualmente “gerencia” o futebol do Botafogo – age da mesma forma. Alimenta-se das forças que subtrai de clubes que por fragilidade financeira e fraqueza de comando deixam-se infectar por organismos usurpadores. Isto pode ser confirmado pela torcida do Figueirense, à qual Anderson Barros legou o rebaixamento para a segunda divisão do Campeonato Brasilero de 2009.

O Botafogo precisa urgentemente de tratamento intensivo para extirpar Anderson Barros de seu quadro diretor, pois trata-se de um agente de moléstia fatal. Ou General Severiano se cura deste microrganismo hipertrofiado, ou essa doença mata o Botafogo.

O caminho dos ratos

(Foto: Hermínio Nunes)

Publico abaixo declarações de Anderson Barros após demitir-se do cargo de gerente de futebol do Figueirense Futebol Clube, em matéria de Michele Cardoso, publicada em 11 de dezembro de 2008 no site clicRBS.

“Agora é oficial. Eu só tenho que agradecer, pedir desculpas principalmente aos funcionários do clube por não ter conseguido manter o time na Primeira Divisão, o que dá a eles uma segurança maior; pedir desculpas aos funcionários do futebol que se dedicaram e se entregaram ao máximo para que as coisas acontecessem. Ao torcedor, que eles tenham confiança que o Figueirense irá voltar para o lugar que ele merece estar, porque há trabalho, há dedicação e eu não tenho dúvida de que as coisas acontecerão.”

Vem da cultura popular a crença de que os ratos são os primeiros a abandonar o navio em caso da iminência de um naufrágio. Mas isto não se aplica ao caso de Anderson Barros. Como um rato, ele drena os depósitos dos clubes que infesta, mas, diferentemente daqueles prodigiosos roedores, só “abandona o barco” quando o naufrágio já se consumiu.

Parece que o trabalho de Anderson Barros tem como objetivo o próprio desastre e, por força de seu perfeccionismo, o “cartola” fica até o último instante, para certificar-se de que a vida de sua vítima já se expirou, como um facínora desempenhado a função de matador profissional, a conferir o sucesso da empreitada.

“Sou profissional, acredito no meu trabalho, tenho confiança nos resultados, tenho confiança nos números que normalmente eu apresento, acho que isso é o mais importante.”

Júlio Santana, um assassino de aluguel que matou 492 pessoas, também considerava-se um profissional, acreditava em seu trabalho e tinha confiança nos resultados.

Leslie D. Murdock confiava nos números que normalmente apresentava e achava isso o mais importante. Mas os investidores, que perderam cerca de 40 milhões de dólares em seu esquema fraudulento, não pensam da mesma forma.

Se Anderson Barros se acha um profissional, acredita em seu trabalho e acha que é isso o que importa, pensa sob os parâmetros de um delinquente. O que o torcedor botafoguense espera é que o presidente Maurício Assumpção tome as rédeas do clube e ponha esse incompetente no olho da rua.

O legado de Anderson Barros


(Este texto foi postado anteriormente e deslocado para este espaço para que se incorporasse ao vasto dossiéprontuário? – de Anderson Barros, o "Arquiteto da Destruição")

O diretor de futebol da atual gestão desgovernada do Botafogo, encabeçada por Maurício Assumpção, merece mais espaço – inclusive, por uma simples questão de adequação arquitetônica.

O jornalista Marcelo Damato escreveu em seu blog, Além do Jogo, no Lancenet, texto intitulado "Há coisas que só acontecem...", que ilustra bem o sujeito que ocupa um cargo de grande importância no Botafogo. Segue a matéria na íntegra:

"A nova diretoria do Botafogo parece que está realmente decidida a eclipsar a do Vasco no quesito das besteiras. O clube anunciou Anderson Barros como novo gerente de futebol.

O rapaz tem as seguintes qualidades:

Trabalhou dez anos no Flamengo. Começou pelo futsal, depois passou ao futebol de base. Em 2005, finalmente chegou a gerente de futebol profissional e fez besteiras a rodo. Foi um dos piores anos do Flamengo nos últimos tempos. O time até levou goleada do Olaria. Terminou a Taça Guanabara em último lugar no seu grupo.
Foi eliminado da Copa do Brasil pelo Ceará e terminou o Brasileiro em 15º lugar.

No meio do ano, o clube vendeu Ibson por cerca de 1 milhão de Euros. Depois da venda, passou um tempo imenso viajando atrás de reforços e voltou de mãos abanando.

É autor de uma das frases mais desatinadas que ouvi na vida. Não me lembro mais o que ele falou. Mas não me esqueço de que estava indo para o aeroporto com o rádio ligado. Estava dirigindo sobre uma das pontes mais movimentadas de São Paulo e por pouco não causo um acidente, em cima do rio Pinheiros.

Nos últimos três anos, esteve no Figueirense. No começo até que foi bem, mas desandou. No início do campeonato de 2008, disse que o time disputaria vaga na Libertadores e acabou rebaixado.

No meio do ano, já arrumava confusão depois de tomar as seguintes atitudes:
1) Obrigou o então técnico Guilherme Macuglia a realizar treinos secretos, contrariando a vontade da torcida, dos jornalistas e, pior, do próprio técnico.
2) Nas entrevistas, proibiu os jornalistas de fazer mais de uma pergunta cada um.

É claro que no fim do ano, ninguém mais o aguentava.

Por fim, segundo li, é primo de primeiro grau da MFD, empresa que controla grande parte dos jogadores do clube.

Como diz, o Eduardo, a volta da “quinta força” está mais perto do que se pensava.” (Nosso grifo ao longo de todo o texto)

Preciso acrescentar algo?

(O jornalista Marcelo Damato certamente ganhou mais um leitor).

Saudações alvinegras!

domingo, 28 de junho de 2009

Benjamin


De uns tempos pra cá, os jogadores do Botafogo só vestem a camisa da seleção brasileira nas categorias “inferiores”.

Benny Feilhaber, carioca radicado nos Estados Unidos, botafoguense de coração, defenderá a seleção de seu país adotivo.

Como a seleção brasileira foi dissolvida em 1990 e substituída pelo time da CBF – que não treina e só faz “rachão recreativo” para “evitar o desgaste físico” –, acho que vou torcer pela figura humana, uma vez que o sentimento coletivo foi trocado pelo individualismo radical.

Acredito que somente um dos times estará em campo defendendo a bandeira de seu país, uma vez que o outro nada mais é do que um "espetáculo" que promove a máquina de marketing de uma marca afeita a cabeças bem escanhoadas. Assim sendo, que prevaleça o sentimento de amor à pátria.

Até porque Benny Feilhaber é um botafoguense – “He’s a Botafoguean” e estarei junto a esta nação onde ela estiver. (E também não posso reclamar de falta de estrelas na bandeira deles - um tanto quanto colorida demais pro meu gosto).

Saudações alvinegras!

Envergonhando 89


Pergunta 1: Por que os jogadores do Botafogo o “defendem” com tamanha apatia?
Pergunta 2: Por que Fahel entrou na partida?
Pergunta 3: Viramos especialistas em tomar 4 gols por partida ou é meta já alcançada, estando o Botafogo em busca de superar esta marca, para desespero da torcida?
Pergunta 4: Por que Ney Franco não é demitido?
Pergunta 5: Será que não existe em General Severiano um copeiro com espírito épico o suficiente para envenenar a comida de toda a diretoria e comissão técnica e acabar com toda uma era de incompetência e banditismo de uma só tacada, desestimulando de vez tentativas futuras de formação de novas canalhadas?
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Sobre os gols:

1) Se Juninho tivesse se esforçado um pouquinho mais, faria mais bonito, colocando a bola no peito do atacante adversário; Leandro Guerreiro dentro da área é uma piada.

2) O Hello Kitty fez “Au, au” e marcou um golaço, desmarcado como se jogasse uma pelada com garçons, nas madrugadas do Aterro.

3) Emerson, seu filho da puta!; O juiz não aplicou a lei da vantagem, o que evidenciaria a deficiência crônica de Renan nas saídas do gol.

4) Leandro Guerreiro dentro da área é uma piada; Emerson, ao invés de procurar brigar pela bola, fez mais um pênalti, mas o juiz desta vez optou pela lei da vantagem.

5) Leandro Guerreiro dentro da área é uma piada; Por que Batista ficou parado pedindo a marcação de impedimento e ainda posou de turista durante o decorrer da jogada, desde o momento em que o companheiro brigava pela bola sozinho e perdia a disputa, até o fim do desenrolar dos lances subsequentes?

Hoje, a comemoração à quadrúpede do plagiário Victor Simões seria perfeitamente adequada ao comportamento bovino da equipe alvinegra.

Saudações alvinegras!

sábado, 27 de junho de 2009

Sub-Botafogo

Biriba pediu para que eu "diagramasse" como matéria principal, uma notícia de rodapé do jornal O Globo de hoje, por entender que trata-se do fato mais importante do dia:

“ TOUR: Em agosto, o sub-20 do Botafogo viajará à Holanda para dois torneios e até seis amistosos.”

Divagações:

1) O Botafogo continua tendo prestígio no exterior.

2) Os "garotos" são bons para os olhos do mundo, mas não servem para o Botafogo.

3) É uma forma de "oferecer" novos talentos ao mercado internacional, antes mesmo que a torcida alvinegra conheça essas jovens promessas?

4) Deve ser melhor assistir ao time de Luizinho Rangel, do que acompanhar o jogo que começa em alguns instantes.

Bob é Bob, Ney é stupid


Para quem gosta de uma defesa bem organizada, conhecedora das próprias qualidades e das do adversário e que joga com inteligência, empenho, coragem e, principalmente, abnegação, foi um deleite ver a seleção dos Estados Unidos enfrentar a da Espanha.

Os apreciadores de equipes com disciplina tática impecável, estratégia de jogo inteligente e claramente definida e que desempenham estes atributos com afinco e muita, mas muita determinação mesmo, foram presenteados com a exibição do time americano.

Somente desta forma, usando uma combinação da razão com o espírito de luta – pois não havia outra possibilidade –, o mais fraco pôde superar o mais forte.

Pareceria um absurdo pensar em aprender com os americanos do norte como se joga o “nosso” futebol? Tratando-se do Botafogo de Ney Franco, a resposta é “não”.

Porque o Botafogo de Ney Franco é o Botafogo de Maurício Assumpção, André Silva, Anderson Barros, MFD, Traffic, Ability, Vantuil Gonçalves, Eduardo Uran e congêneres, um universo em que o absurdo é a norma.

Ney Franco bem que poderia aprender muito – ou tudo, já que nada sabe – sobre as técnicas necessárias para fazer uma equipe de futebol jogar organizadamente, inteligentemente e ardorosamente. E tudo isso sem absolutamente NENHUM jogador brilhante.

Mas Bob Bradley pouco poderia ensinar a Ney Franco, já que as conquistas do treinador americano dependem de sua inteligência, atributo que Ney Franco definitivamente não possui.

O lixo


Ney Franco diz: "Lúcio nos foi indicado e fiz o compromisso de observá-lo melhor. Mas o que estamos precisando no momento são jogadores de Série A, que todos conhecem. Com uma base montada, é preciso dar o tiro certo, como Zé Roberto. Não vale (sic) mais apostas." (Lancenet)

Nada disso, Sr. Ney Franco!

Ninguém melhor do que o torcedor botafoguense conhece muito bem o jogador e sabe que Zé Roberto é um tiro certo... no pé.

É o mesmo jogador que fez corpo mole quando quis ser transferido, e que foi mal na Alemanha, e agora é dispensado pelo time da Gávea por insuficiência técnica. E é um jogador que ninguém quer, um “profissional” "sem mercado”.
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Outro refugo rubro-negro que “interessava” (interesses escusos, isso sim) ao sofrível técnico do Botafogo era Josiel, que parece ter tido sua contratação descartada. Amém!

Ao torcedor botafoguense resta ver sua diretoria ampliar a variedade de campos de atuação do então Glorioso, que agora, além de centro de reabilitação, albergue de desempregados, fundação de amparo a desvalidos de toda sorte, abre uma nova frente de empreendimento e transforma General Severiano em aterro sanitário.

Atração fatal ou - mais lixo do mesmo


A relação entre General Severiano e o universo rubronegro não parece coisa muito proveitosa para o Botafogo.

- O “acerto” da final da Taça Rio não foi uma decisão acertada (fico na dúvida se isso é um trocadilho ou não).

- A tentativa de contratação dos 2 refugos sem destino e sem mercado não é coisa que possa ser fruto da cabeça de um botafoguense.

- O inofensivo atacante Victor Simões é jogador empresariado pelo flamenguista Eduardo Uran.

- O Dr. Vantuil Gonçalves, ex-diretor jurídico e atual representante da MFD – empresa de consultoria a cargo de gerir o fundo de investimentos – é notório vermelhopretista.

Saudações alvinegras!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Matemática do caos

(clique sobre a imagem para vê-la em tamanho natural)

As "metas" estipuladas por Ney Franco nos levaram, até o momento, a 28,6% de aproveitamento. Continuando neste ritmo chegaremos ao final do campeonato com aproximadamente 33 pontos.

Tirem suas próprias conclusões.

Saudações alvinegras!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Matemática do caos

As "metas" estipuladas po Ney Franco resultaram nos seguintes números:

- 28,6% de aproveitamento.

- 5,3% dos pontos em disputa.

sábado, 20 de junho de 2009

Não pode dar certo

Um time que tem como técnico um cantor desentoado, não está interessado em ganhar nada. Um clube que mantém como responsável pela preparação técnica de sua equipe o Sr. Ney Franco – o gogó de ouro de Ipatinga –, mestre do palavrório hermético e do discurso vazio, um desprezível demagogo autoadulatório, não tem o sucesso como meta.

Porque um treinador que pensa que, dentre os zagueiros que tem à sua disposição, os melhores são Emerson e Juninho, não pode entender nada de futebol. Um treinador que acha que o jovem Renan está mais capacitado para defender o gol do Botafogo do que o experiente Castillo, não tem preparo para exercer sua função. Um treinador que não consegue fazer com que 3 volantes consigam proteger a zaga, não pode ser o responsável pela preparação da equipe do Botafogo de Futebol e Regatas.

Não vou comentar sobre o jogo, pois não pude assistir ao primeiro tempo da partida.

Perguntas relacionadas aos gols:

1) Alguém teria argumentos para me convencer de que Juninho pode ser considerado um zagueiro de futebol da primeira divisão do Campeonato Brasileiro? O Emerson estava marcando quem, para estar na posição que estava, dando condições de jogo ao atacante adversário? Obrigado Lúcio Flávio, por não conseguir dominar uma bola fácil toda vida e ainda não tentar recuperará-la.

2) Alguém teria argumentos para me convencer de que Emerson pode ser considerado um zagueiro de futebol da primeira divisão do Campeonato Brasileiro? Juninho estava marcando quem, para não ter ido conferir o desenrolar da jogada que seu companheiro de zaga disputava sozinho? O que faz ou deixa de fazer o treinador de goleiros, Rubens Lima, para que Renan saia do gol da forma que sai e dê um chute ridículo como o que deu? Foi sorte do atacante? Claro que foi sorte o fato de ter Renan pela frente.

3) Juninho é o melhor cobrador de faltas atuando no Brasil. Poderia ficar o tempo todo no campo de ataque esperando por uma chance de cobrança, para não ter o trabalho de atravessar o campo inteiro para praticar sua especialidade, o que ainda evitaria que atrapalhasse a própria defesa?

4) Por que Juninho não dá combate a um jogador que está com a bola dominada à sua frente na entrada da área e ainda fica olhando o sujeito chutar a gol como bem entende? Quem Leandro Guerreiro estava marcando? Por que Lúcio Flávio e Batista vinham “trotando” pelo meio do campo como quem não quer nada com a hora do Brasil? O que faz ou deixa de fazer o treinador de goleiros, para que Renan não rebata as bolas para os lados? Por que Leo Silva não acompanhou a jogada que poderia resultar em um rebote? Porque a defesa do Botafogo não sabe fazer uma linha de impedimento?

5) Por que o Botafogo não tenta sempre ter pelo menos 3 jogadores dentro da área em jogadas que não sejam de contra-ataque? Até quando o Batista será nosso salvador da pátria? (Com relação a esta última pergunta, Biriba torce para que Batista continue sendo um iluminado).

6) Por que jogadas bem trabalhadas não acontecem com frequencia? Será que foi sorte de peladeiro?

7) O que faz ou deixa de fazer o treinador de goleiros, Rubens Lima, para que Renan saia do gol da forma que sai? Por que estavam todos os defensores no mano a mano aos 44 do segundo tempo? O que estava fazendo Juninho observando de fora da área um lance de bola lançada à área pelo alto?

Coisas assim acontecem porque o técnico do time é um incompetente, apoiado por uma diretoria omissa. Com a atual diretoria e Ney Franco, o Botafogo continua a caminho do caos.

Mea culpa? Que nada...

"Quando eu olhei, ele estava sozinho. Tive que sair para fazer a defesa, mas o Apodi foi mais rápido e acabou tocando primeiro na bola. Mas futebol é assim mesmo e agora é trabalhar para as próximas partidas."

Balela.

O sistema defensivo é caótico e estavam todos no mano a mano. Mas quer saber, Renan? Vá treinar saídas do gol e não encha o saco!

Saudações alvinegras!

Garrincha




Como o Rui Moura lembrou – como sempre lembra, afinal o Mundo Botafogo / Estrela Solitária é também, e talvez primordialmente, um espaço dedicado à história do Botafogo – a data de falecimento e homenageou o Chaplin do Futebol, deixo aqui algumas imagens – o que, pelo visto, está se tornando uma série dentro do Botafogo do Biriba, em tempos de falta de tempo –, desta vez de Manoel Francisco dos Santos, o Sr. Garrincha.

A estrela lá em cima é em sua homenagem.

(Esqueçam a música, que quando é boa foi mal "escalada", e quando é ruim não tem jeito – assim como o Emerson e o Fahel).


(Imagens: Canal 100 + Nelson Rodrigues e Pereio)









Saudações alvinegras!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Mais um dia de folga


(Imagens: Canal 100, veiculadas pela Jovem Pan Online)

Para não deixar furo com os leitores, mais imagens. Conhecidas, porém históricas.

O Botafogo foi garfado neste jogo. As piores coisas não ficaram no passado.

Saudações alvinegras!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Dia de folga


(Imagens: Canal 100)

Biriba me concedeu uma folga hoje. Ele acha que o blog está interferindo na minha vida profissional - me contratou como freela por uma bagatela. Um vira-latas de bom senso, mas pão-duro pra caramba.

Pediu pra que eu conseguisse um divertimento para nossos 10 leitores, pra não correr o risco de perder espaço para a concorrência. Deixo aqui um filminho educativo.

Num determinado momento do filme, o narrador diz: “Embora o empate beneficiasse o Botafogo, isto estava fora de suas cogitações. Ele queria de fato a vitória e pressionava”.

Precisa dizer mais? Bons tempos.

Saudações alvinegras!