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domingo, 20 de maio de 2012
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de abril de 2010
De vento em popa!

(Foto (detalhe): William Howard Case - 8/4/1910, Alasca)
Clique na foto para ampliá-la
A propósito da postagem anterior, planejamento é o que não falta à atual diretoria. Vale lembrar que um dos pontos de destaque do brilhante trabalho dos colaboradores do Presidente Assumpção – André Silva e Anderson Barros – vem sendo a administração da montagem de um elenco equilibrado e extremamente competitivo, apesar do reduzidíssimo plantel de apenas 36 jogadores.Clique na foto para ampliá-la
‘Cessada a tempestade, o capitão Lucius Flawin não é encontrado em seu posto, mas a tripulação está radiante com o sucesso da empreitada e manifestam seu regozijo em torno do presidente Maurício Gordon Pym’.
* * *
A associação entre seu vastíssimo conhecimento dos meandros do futebol, sua agudíssima visão para detectar bons talentos, sua inequívoca perspicácia para perceber boas oportunidades de negócios deram a André Silva e Anderson Barros as ferramentas necessárias para livrarem o Botafogo da subserviência ao empresariado futebolístico.
Infelizmente as referidas qualidades dos geniais colaboradores de Maurício Assumpção, somadas à sua evidente, manifesta, axiomática, inquestionável, indiscutível e incontestável incorruptibilidade não foram suficientes para garantir ao Botafogo a montagem de um elenco que contasse com jogadores aptos a ocupar a vaga deixada por Lúcio Flávio, um craque praticamente insubstituível em qualquer equipe do cenário futebolístico mundial contemporâneo.
E, mesmo que a douta equipe que assessora o competentíssimo Asssumpção tenha contratado o que de melhor o mercado esportivo tinha à disposição, o baque que representa o desfalque de nosso líder e mestre meio-campista não pôde ser contornado de imediato, pois os nomes de Ronaldinho Gaúcho e Deco ainda não constam do BIRA (Boletim Informativo de Registros de Atletas), o que impede que estes jogadores briguem desde já pelo posto de reserva direto de Lúcio Flávio.
Mas é evidente que este fato de forma alguma mancharia a notável trajetória de André Silva e Anderson Barros, que incondicionalmente honram a administração presidida pelo honesto, probo, ilibado, íntegro e impoluto, Maurício Assumpção.
Saudações botafoguenses!
Tudo muito bem pensado
Acredito que agora nossa equipe tem tudo para deslanchar. Fomos campeões do primeiro turno ‘sem treinos táticos e de bola parada’, como atesta nosso técnico, Joel Santana, e enfim teremos uma semana inteira para treinar da mesma forma que faz a maioria das outras equipes. Vai ser fácil, quase uma brincadeira de criança...
Não podemos nos esquecer, porém, de que contávamos com Lúcio Flávio comandando a equipe e Leandro Guerreiro salvando todas. Infelizmente metade deste duo glorioso – 50% composto por um maestro! – não nos defenderá nos dois jogos decisivos, pois nosso ‘capitão e líder’, como ressalta nosso treinador, está se recuperando de uma fratura grave no dedo mínimo da mão esquerda.
Mas não há motivos para preocupações, pois assim que Joel Santana encontrar um substituto para o nosso decisivo camisa dez, tudo voltará à normalidade, e seguiremos possivelmente com Edno, ou Diguinho, ou Túlio Souza; ou Eduardo fechando o meio; ou Gabriel protegendo a zaga para dar ‘maior liberdade’ para que Fahel seja nosso ‘meia de criação’; ou Renato Cajá para a segunda partida, ou Caio como última alternativa. Tudo dentro de um planejamento muito rigoroso.
Saudações botafoguenses!
Não podemos nos esquecer, porém, de que contávamos com Lúcio Flávio comandando a equipe e Leandro Guerreiro salvando todas. Infelizmente metade deste duo glorioso – 50% composto por um maestro! – não nos defenderá nos dois jogos decisivos, pois nosso ‘capitão e líder’, como ressalta nosso treinador, está se recuperando de uma fratura grave no dedo mínimo da mão esquerda.
Mas não há motivos para preocupações, pois assim que Joel Santana encontrar um substituto para o nosso decisivo camisa dez, tudo voltará à normalidade, e seguiremos possivelmente com Edno, ou Diguinho, ou Túlio Souza; ou Eduardo fechando o meio; ou Gabriel protegendo a zaga para dar ‘maior liberdade’ para que Fahel seja nosso ‘meia de criação’; ou Renato Cajá para a segunda partida, ou Caio como última alternativa. Tudo dentro de um planejamento muito rigoroso.
Saudações botafoguenses!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Pra quê seguro desemprego, quando se têm bons amigos?
O vice Silva declarou na coletiva de imprensa, após a partida contra o Vasco, que o técnico não corria risco de ser demitido. Estevam Soares sabia que iria trabalhar com pessoas que não cumprem o que prometem? Isso não importa, pois tinha contrato assinado e com isso não se brinca. Sai carregando uma maleta com 350 mil Reais da multa rescisória, o que dava pra comprar um pequeno apartamento bem ajeitadinho, completo e mobiliado, aqui no meu bairro.
Gastaram 350 mil para não serem injustos com o sujeito que foi até o fim do Brasileiro ou porque era um bom negócio para ‘ambas’ as quatro partes do ‘Conselho de Futebol’? Deixa pra lá...
Saudações alvinegras!
Gastaram 350 mil para não serem injustos com o sujeito que foi até o fim do Brasileiro ou porque era um bom negócio para ‘ambas’ as quatro partes do ‘Conselho de Futebol’? Deixa pra lá...
Saudações alvinegras!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Mauricio Assumpção faz história

Finalmente a administração de Mauricio Assumpção entrou para a história do Botafogo e do futebol carioca. Depois da tragédia de ontem, os incompetentes que comandam o futebol botafoguense podem bater no peito com o orgulho obtuso dos paspalhos que são, e gritar para o mundo: “Agora faço parte da história e ninguém me tira dela!” (Perdoem a cacofonia. Não quis interferir na fala original).
Entraram, sim, para a história, mas entraram pelo buraco dos ratos. E somente gente tão pequena e mesquinha, pessoas de pensamento atrofiado e desprezível cabem no orifício destinado aos usurpadores domésticos, aos animais de esgoto.
Os conselheiros do Botafogo têm o dever de arrancar esses _______ de General Severiano e jogá-los de volta ao lugar próprio para este tipo de seres, o universo de onde nunca deveriam ter saído.
Saudações alvinegras!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Era uma vez, Jóbson...

“Outros clubes fizeram propostas e podemos fechar a qualquer momento. Não creio que o Jóbson fique no Botafogo. As chances são pequenas”, disse o presidente do Brasiliense, Luis Estevão, que garantiu que há um clube da Alemanha interessado no jogador.
Esta notícia foi publicada no Jornal dos Sports online, mas esteve estampada por outras paragens.
Está certo quem acha que o Botafogo é uma vitrine para que jogadores em baixa apareçam para depois garantirem bons contratos por outras bandas. E podem estar certos também aqueles que pensam que a diretoria alvinegra é formada por um conjunto de incompetentes que não entendem nada sobre o mundo do futebol profissional. Mas é natural que existam os que pensem coisa pior a respeito destes senhores.
Eu mesmo sou um dos muitos que desconfiam que os maiores responsáveis pela debandada de Jóbson ao final do campeonato e pela ida de Maicosuel para o futebol alemão se fazem de idiotas, pois no fundo entendem mais de artimanhas de bastidores e acordos de surdina do que aparentam, escondidos por detrás de simulacros de débeis mentais. Pilham o patrimônio alvinegro em ritmo acelerado, quando deveriam prezar pelo bem do clube para o qual supostamente trabalham, simulando serem simples idiotas.
E estes senhores tem nome. São eles: Mauricio Assumpção, Andre Silva, Anderson Barros e correligionários. Enquanto estiverem administrando o futebol do clube, mesmo que se salve do rebaixamento, o Botafogo não sai da lama.
Nota: Para saberem mais sobre as mentiras e incoerências que envolvem o ‘caso Jóbson’, leiam o comentário do Rodrigo, no Cantinho Botafoguense. Aparentemente os dirigentes do Botafogo, no mínimo, perderam de vez o pudor.
Jóbson massacra a serra elétrica
(‘Jóbson sai de cena pela direita do quadro’: Globo Esporte)
Parece que os editores do Globo Esporte sabiam de ‘algo mais’ quando redigiram e editaram, junto a imagens de caça-níqueis, a afirmação: ‘Jóbson, aposta certa’.
Saudações alvinegras!
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Pássaro que não voa
O Raphus cucullatus (vulgarmente conhecido como 'pássaro dodô') era uma espécie de ave que habitava o arquipélago das Ilhas Maurício, e que foi extinta lá pelos idos do século XVII. Pouco se sabe sobre este animal, os relatos sobre suas atividades são escassos e fragmentados.
Mas através de resquícios de manuscritos dos holandeses que por ali perambularam à cata de ébano, desconfia-se que se tratava de uma ave simpática, porém, estúpida, dada a voos de carreira curta, sendo que a maioria dos ornitólogos refutam esta especulação, e acreditam que fosse totalmente incapaz de fazer bom uso das asas que possuía, não voando coisíssima nenhuma.
As causas de sua extinção foram durante longo tempo motivo de discórdia entre os estudiosos, que se dividiam entre duas correntes: uns acreditavam que algum tipo de evolução genética obtusa tenha lhe encurtado a visão, levando a misteriosa criatura a migrar durante temporadas menos propícias, e com o agravante de seguir a paragens reconhecidamente áridas; outros creem que a falta de espírito gregário da singular e individualista ave a tenha levado ao ostracismo, por semear a desunião em meio a seus pares.
Seja uma tese ou a outra a que melhor se fundamenta para nos dar a explicação mais plausível para o desaparecimento da peculiar avezinha, ambas foram sepultadas no momento em que dois grandes, ou melhor, enormes exploradores do começo do século XXI, resgataram um exemplar da espécie, tida como extinta por mais de três séculos. A descoberta, estupefaciante por natureza, está sendo ofuscada pela tentativa dos eméritos – e, quem sabe, em curto tempo, beneméritos – desbravadores de transladar o velho dodô para a enseada de Botafogo, para espanto da imensa maioria da comunidade científica, que considera tal operação estrambótica, levando-se em conta a mudança para um ambiente impróprio para seres de pouca envergadura e, principalmente, a idade avançada da criatura.
Salve, salve, oh grandes exploradores! Sua obra é de enorme consequência! Seus feitos hão de deixar marcas no caminho, como o que restou entre as pegadas, no rastro das tropas que cruzavam a Estrada Real da Cachaça!
Saudações alvinegras!
Mas através de resquícios de manuscritos dos holandeses que por ali perambularam à cata de ébano, desconfia-se que se tratava de uma ave simpática, porém, estúpida, dada a voos de carreira curta, sendo que a maioria dos ornitólogos refutam esta especulação, e acreditam que fosse totalmente incapaz de fazer bom uso das asas que possuía, não voando coisíssima nenhuma.
As causas de sua extinção foram durante longo tempo motivo de discórdia entre os estudiosos, que se dividiam entre duas correntes: uns acreditavam que algum tipo de evolução genética obtusa tenha lhe encurtado a visão, levando a misteriosa criatura a migrar durante temporadas menos propícias, e com o agravante de seguir a paragens reconhecidamente áridas; outros creem que a falta de espírito gregário da singular e individualista ave a tenha levado ao ostracismo, por semear a desunião em meio a seus pares.
Seja uma tese ou a outra a que melhor se fundamenta para nos dar a explicação mais plausível para o desaparecimento da peculiar avezinha, ambas foram sepultadas no momento em que dois grandes, ou melhor, enormes exploradores do começo do século XXI, resgataram um exemplar da espécie, tida como extinta por mais de três séculos. A descoberta, estupefaciante por natureza, está sendo ofuscada pela tentativa dos eméritos – e, quem sabe, em curto tempo, beneméritos – desbravadores de transladar o velho dodô para a enseada de Botafogo, para espanto da imensa maioria da comunidade científica, que considera tal operação estrambótica, levando-se em conta a mudança para um ambiente impróprio para seres de pouca envergadura e, principalmente, a idade avançada da criatura.
Salve, salve, oh grandes exploradores! Sua obra é de enorme consequência! Seus feitos hão de deixar marcas no caminho, como o que restou entre as pegadas, no rastro das tropas que cruzavam a Estrada Real da Cachaça!
Saudações alvinegras!
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Falácia pouca não é bobagem
Ao final da partida de ontem, algum assessor de imprensa ou um amigo pessoal que viajou com a comissão técnica e que tem permissão para dar palpites, soprou no ouvido do presidente Assumpção e de seu vice de futebol que fossem dar entrevistas a um repórter da Band, que devia estar por ali dando sopa, enchendo linguiça para tapar buraco na grade de programação.
Assumpção, declarou o seguinte: “Os jogadores têm demonstrado atitude no dia-a-dia. Esse fator é o que faz a diferença nesse momento decisivo. Eles têm um comprometimento grande com o Botafogo e me deixam muito confiante em uma permanência na 1º Divisão.”
Ora bolas, por que não fizeram isso desde o começo? Por que esperar o enxovalhamento do escudo do clube para então reagir e se comportar dignamente, tendo à disposição a competição mais importante do país como oportunidade de demonstrar sua galhardia e comprometimento? Não engulo esse blá-blá-blá.
Em seguida, ao se referir ao fato dos jogadores cantarem o hino do clube no vestiário após a partida, disse: “Nunca vi isso antes”. Também pudera, não é do ramo. Nunca trabalhou em um clube de futebol profissional ou mesmo teve atuação expressiva dentro do Botafogo, como torcedor, que o fosse. Que experiência teria ele para saber dessas coisas?
Falando ao repórter, em meio a declarações naturalmente entusiasmadas, o vice Silva pediu à torcida que não vaiasse o time ‘no começo do jogo’.
Confesso que as vaias da torcida no começo das partidas me irritam também, já comentei sobre isso aqui no blog. Mas uma coisa é um torcedor, que é o meu caso, pedir à minha própria torcida, nossa torcida, que dê uma ‘aliviada’, que não pegue pesado logo de início, evitando fazer do Engenhão um quintal do adversário. Esse não é o caso do vice Silva.
Como responsável direto pela montagem do plantel de um time que se arrastou por toda a competição na parte baixa da tabela, creio que o vice de futebol não tenha o direito de pedir absolutamente nada à torcida. Se preferiu dar lugar a amigos pessoais e indicados de parceiros não confiáveis ao invés de montar uma equipe competitiva que honrasse as cores do clube e que fosse motivo de alegria para os torcedores, então que mantenha a compostura e evite a visibilidade e o exagero. Até porque só aparece nos momentos vitoriosos, da mesma forma que o presidente Assumpção.
Um pouco de comedimento poderia também evitar que seu arroubo midiático me fizesse passar pelo constrangimento de ver o repórter dizer, após nosso vice se afastar da câmera: “Esse foi o André... André, o... dirigente do Botafogo que...”
Que se agarrem ao comprometimento e ao empenho, e que se desapeguem do falatório.
Saudações alvinegras!
PS: Dos jogadores ‘titulares’ – salvo os que chegaram depois da janela de transferência –, Leandro Guerreiro, Alessandro e os goleiros são as únicas exceções à regra, que foi a de completa falta de comprometimento com o clube. Esta postura nos conduziu à situação em que nos encontramos no momento, postura esta que parece ter sofrido uma salutar e providencial mudança radical. Que perdure até a última rodada.

Assumpção, declarou o seguinte: “Os jogadores têm demonstrado atitude no dia-a-dia. Esse fator é o que faz a diferença nesse momento decisivo. Eles têm um comprometimento grande com o Botafogo e me deixam muito confiante em uma permanência na 1º Divisão.”
Ora bolas, por que não fizeram isso desde o começo? Por que esperar o enxovalhamento do escudo do clube para então reagir e se comportar dignamente, tendo à disposição a competição mais importante do país como oportunidade de demonstrar sua galhardia e comprometimento? Não engulo esse blá-blá-blá.
Em seguida, ao se referir ao fato dos jogadores cantarem o hino do clube no vestiário após a partida, disse: “Nunca vi isso antes”. Também pudera, não é do ramo. Nunca trabalhou em um clube de futebol profissional ou mesmo teve atuação expressiva dentro do Botafogo, como torcedor, que o fosse. Que experiência teria ele para saber dessas coisas?
Falando ao repórter, em meio a declarações naturalmente entusiasmadas, o vice Silva pediu à torcida que não vaiasse o time ‘no começo do jogo’.
Confesso que as vaias da torcida no começo das partidas me irritam também, já comentei sobre isso aqui no blog. Mas uma coisa é um torcedor, que é o meu caso, pedir à minha própria torcida, nossa torcida, que dê uma ‘aliviada’, que não pegue pesado logo de início, evitando fazer do Engenhão um quintal do adversário. Esse não é o caso do vice Silva.
Como responsável direto pela montagem do plantel de um time que se arrastou por toda a competição na parte baixa da tabela, creio que o vice de futebol não tenha o direito de pedir absolutamente nada à torcida. Se preferiu dar lugar a amigos pessoais e indicados de parceiros não confiáveis ao invés de montar uma equipe competitiva que honrasse as cores do clube e que fosse motivo de alegria para os torcedores, então que mantenha a compostura e evite a visibilidade e o exagero. Até porque só aparece nos momentos vitoriosos, da mesma forma que o presidente Assumpção.
Um pouco de comedimento poderia também evitar que seu arroubo midiático me fizesse passar pelo constrangimento de ver o repórter dizer, após nosso vice se afastar da câmera: “Esse foi o André... André, o... dirigente do Botafogo que...”
Que se agarrem ao comprometimento e ao empenho, e que se desapeguem do falatório.
Saudações alvinegras!
PS: Dos jogadores ‘titulares’ – salvo os que chegaram depois da janela de transferência –, Leandro Guerreiro, Alessandro e os goleiros são as únicas exceções à regra, que foi a de completa falta de comprometimento com o clube. Esta postura nos conduziu à situação em que nos encontramos no momento, postura esta que parece ter sofrido uma salutar e providencial mudança radical. Que perdure até a última rodada.

(Clique na imagem para melhor visualizá-la)
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Botafoguense não é trouxa

Quando indagado sobre o programa sócio-torcedor, em entrevista publicada pelo Lancenet no dia 2 de julho deste ano, o presidente Assumpção declarou o seguinte:
“A questão do sócio-torcedor é um pouco mais delicada porque o apelo fundamental é o sócio contribuir. Isso acontece normalmente em situação de fundo de poço, como estávamos em 2003. Ou o Vasco hoje, que na Segunda Divisão tem a torcida presente, participando do sócio-torcedor. Estamos em posição delicada no campeonato, o que pode comprometer. Temos de saber bem em que momento lançar. É um projeto diferenciado, o torcedor estará colaborando com aquilo que de mais importante faremos no Botafogo, a divisão de base. O projeto já vinha em mudanças. O que aconteceu é que podemos agregar parte vitoriosa do Inter com o nosso, com a chegada do Josué Tissot. O Internacional bate a casa dos 90 mil sócios, o que é a meta que qualquer um precisa atingir. Imagina 90 mil sócios pagando R$ 30 por mês?”
Confesso que a grande maioria das falas do presidente Assumpção me parecem um tanto desconexas e nebulosas, sempre me arrastando para uma certa confusão mental. Mas uma coisa merece destaque nesta aqui de cima, e que transcrevo encharcado de plerplexidade: “Isso (o sócio contribuir) acontece normalmente em situação de fundo de poço, como estávamos em 2003, ou o Vasco hoje, que na Segunda Divisão tem a torcida presente, participando do sócio-torcedor”. Ou seja, mesmo que o enevoado pensamento de nosso líder não colabore para a compreensão da totalidade de sua fala, pode-se perfeitamente deduzir, através da leitura do trecho destacado, que o presidente Assumpção acredita que disputar a segunda divisão do campeonato mais importante do país é uma ótima oportunidade para que o programa sócio-torcedor seja um grande sucesso.
O presidente Assumpção cita apenas o Vasco, mas poderia deixar sua eloquência ainda mais musculosa, incluindo no bolo o Grêmio e o Corínthians, cujos programas sócio-torcedor andam de vento em popa. Mas existe um clube que não dispus como termo desta equação mórbida, porque não recorreu ao coma para recuperar a vida: o Sport Club Internacional.
O Colorado – cujo número de associados contribuindo para seu programa sócio-torcedor gira em torno de100 mil cidadãos –, nunca teve por hábito frequentar a parte baixa da tabela do Campeonato Brasileiro. Em 2002, quando a luz amarela se acendeu para os gaúchos – temporada na qual ultrapassamos o sinal vermelho e acordamos no inferno da sarjeta –, eles se mobilizaram e no ano seguinte começaram a implantar gradativamente seu programa, que hoje é um sucesso indiscutível e produz uma renda invejável.
A segunda divisão nunca fez parte dos planos dos dirigentes colorados, que garantiram não somente a distância que os grandes devem manter do chão, mas também conquistaram cinco campeonatos gaúchos (não contando o de 2002), uma Libertadores da América, um título mundial, uma Copa do Brasil e vão muito bem no Campeonato Brasileiro.
Que não se enganem, senhores dirigentes de General Severiano, pois a torcida não apoiará sua gestão numa empreitada suicida. Com o perfil que constroem através de ações que beiram as raias do ridículo, os senhores não conseguirão criar um cenário favorável à produção da credibilidade necessária para produzir mobilização por parte dos torcedores, o que é vital para a reestruturação de um clube via rebaixamento. Para levar a efeito o sinistro plano, se fariam necessários um quadro diretor composto por profissionais competentes e bem articulados, um plano estratégico com objetivos definidos e bem fundamentados e um programa sócio-torcedor convidativo. Em suma, uma série de quesitos e atributos que sua diretoria não possui e jamais será capaz de produzir.
Se os senhores não conseguem nem ao menos se comunicar de forma inteligível, como farão para reverter a imagem de completa incompetência, que é exatamente o que representam publicamente e o que inviabiliza de forma fulminante o seu plano funesto?
Saudações alvinegras!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Livrai-nos do mal, presidente

Em entrevista ao Lance!Net do dia 2 de julho deste ano, o presidente Maurício Assumpção, dentre uma série de declarações, disse o seguinte:
“A situação em que estamos ninguém aqui imaginava, pois o time tem capacidade para estar em posição muito melhor. Mas, em termos de futebol, fizemos a metade do que poderíamos ter feito. Ainda temos a possibilidade de trazer reforços. Esse é o momento mais fácil para fazer besteira, precisamos de cabeça no lugar para fazer contratações. Temos certeza de que vamos mudar este quadro.” (nosso grifo)
A situação não mudou em dois meses e continuamos na zona de rebaixamento como estávamos à época da entrevista do presidente.
Assumpção revela que fizeram “a metade do que poderiam ter feito”, o que me deixa intrigado, por não haver meios que me levem a entender o que os fez abrir mão de conseguir a tal outra metade, que o próprio presidente afirma que fora possível. Se havia meios, por que a diretoria não os usou para fazer o que de melhor estivesse a seu alcance em benefício do Botafogo?
Como não conseguirei chegar a uma solução para esta questão perfeitamente paradoxal, sigo em frente e faço uma sugestão ao presidente Assumpção:
Esqueça os reforços, presidente. Estamos a duas curvas da reta final e a melhor coisa que podemos fazer é nos livrar do peso extra. Se a sua diretoria já afastou um técnico e apostou na renovação, dispensou um jogador por indisciplina e parece estar empenhada firmemente em não deixar que o pior aconteça ao nosso amado Botafogo, aproveitem as mangas arregaçadas e continuem dando prosseguimento ao processo de purgação, livrando-se dos responsáveis pelas péssimas contratações e da medíocre gestão de futebol do clube.
Não é hora de juntar mais peso à caravana, é tempo de tirar o que nos rouba forças e anda emperrando nossos eixos, nos deixando para trás.
Saudações alvinegras!
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
À diretoria, com amor

Aqueles que me tomam por tolo
Por ter na rima a razão
E vivem um eterno improviso
Não sentem que o universo é um pactolo
Sustentando vários mundos em ação
Ao pulsar de ritmo preciso
Vagueiam com alma apagada
Chafurdam sobras entre porcos
Carecem de brilho interno
Se fazem minha estrela ofuscada
Que busquem temíveis reforços
Nas hordas de seu justo inferno
* * *
Jogos Florais I (Cacaso)
Minha terra tem palmeiras
onde canta o tico-tico.
Enquanto isso o sabiá
vive comendo o meu fubá.
Ficou moderno o Brasil
ficou moderno o milagre:
a água já não vira vinho,
vira direto vinagre.
Aquarela (Cacaso)
O corpo no cavalete
é um pássaro que agoniza
exausto do próprio grito.
As vísceras vasculhadas
principiam a contagem
regressiva.
No assoalho o sangue
se decompõe em matizes
que a brisa beija e balança:
o verde — de nossas matas
o amarelo — de nosso ouro
o azul — de nosso céu
o branco o negro o negro
Inscrição para um portão de cemitério (Mario Quintana)
Na mesma pedra se encontram,
Conforme o povo traduz,
Quando se nasce - uma estrela,
Quando se morre - uma cruz.
Mas quantos que aqui repousam
Hão de emendar-nos assim:
"Ponham-me a cruz no princípio...
E a luz da estrela no fim!"
Minha terra tem palmeiras
onde canta o tico-tico.
Enquanto isso o sabiá
vive comendo o meu fubá.
Ficou moderno o Brasil
ficou moderno o milagre:
a água já não vira vinho,
vira direto vinagre.
Aquarela (Cacaso)
O corpo no cavalete
é um pássaro que agoniza
exausto do próprio grito.
As vísceras vasculhadas
principiam a contagem
regressiva.
No assoalho o sangue
se decompõe em matizes
que a brisa beija e balança:
o verde — de nossas matas
o amarelo — de nosso ouro
o azul — de nosso céu
o branco o negro o negro
Inscrição para um portão de cemitério (Mario Quintana)
Na mesma pedra se encontram,
Conforme o povo traduz,
Quando se nasce - uma estrela,
Quando se morre - uma cruz.
Mas quantos que aqui repousam
Hão de emendar-nos assim:
"Ponham-me a cruz no princípio...
E a luz da estrela no fim!"
Saudações alvinegras!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Em verso e ao avesso

Aos que pensam que reservo
À nossa amada diretoria
Apenas críticas aos males que observo,
Transcrevo para vossa alegria
Sensatos versos de ilustre poeta,
Que premonitório qual profeta,
Aos dirigentes cantaria:
À nossa amada diretoria
Apenas críticas aos males que observo,
Transcrevo para vossa alegria
Sensatos versos de ilustre poeta,
Que premonitório qual profeta,
Aos dirigentes cantaria:
Ao dia do juízo
O alegre do dia entristecido,
O silêncio da noite perturbado
O resplendor do sol todo eclipsado,
E o luzente da lua desmentido!
Rompa todo o criado em um gemido,
Que é de ti mundo? onde tens parado?
Se tudo neste instante está acabado,
Tanto importa o não ser, como haver sido.
Soa a trombeta da maior altura,
A que a vivos, e mortos traz o aviso
Da desventura de uns, d’outros ventura.
Acabe o mundo, porque é já preciso,
Erga-se o morto, deixe a sepultura,
Porque é chegado o dia do juízo.
O alegre do dia entristecido,
O silêncio da noite perturbado
O resplendor do sol todo eclipsado,
E o luzente da lua desmentido!
Rompa todo o criado em um gemido,
Que é de ti mundo? onde tens parado?
Se tudo neste instante está acabado,
Tanto importa o não ser, como haver sido.
Soa a trombeta da maior altura,
A que a vivos, e mortos traz o aviso
Da desventura de uns, d’outros ventura.
Acabe o mundo, porque é já preciso,
Erga-se o morto, deixe a sepultura,
Porque é chegado o dia do juízo.
* * *
A prova derradeira
De que Biriba não vos despreza,
Está na verve um tanto matreira
Do baiano avesso à reza.
Quão ilustres soberanos!
Oh, gestão alvissareira!
A prova derradeira
De que Biriba não vos despreza,
Está na verve um tanto matreira
Do baiano avesso à reza.
Quão ilustres soberanos!
Oh, gestão alvissareira!
Ao Conde de Ericeyra D. Luiz de Menezes pedindo louvores ao poeta não lhe achando elle prestimo algum
Um soneto começo em vosso gabo;
Contemos esta regra por primeira,
Já lá vão duas, e esta é a terceira,
Já este quartetinho está no cabo.
Na quinta torce agora a porca o rabo:
A sexta vá também desta maneira,
Na sétima entro já com grã canseira,
E saio dos quartetos muito brabo.
Agora nos tercetos que direi?
Direi, que vós, Senhor, a mim me honrais,
Gabando-vos a vós, e eu fico um Rei.
Nesta vida um soneto já ditei,
Se desta agora escapo, nunca mais;
Louvado seja Deus, que o acabei.
Um soneto começo em vosso gabo;
Contemos esta regra por primeira,
Já lá vão duas, e esta é a terceira,
Já este quartetinho está no cabo.
Na quinta torce agora a porca o rabo:
A sexta vá também desta maneira,
Na sétima entro já com grã canseira,
E saio dos quartetos muito brabo.
Agora nos tercetos que direi?
Direi, que vós, Senhor, a mim me honrais,
Gabando-vos a vós, e eu fico um Rei.
Nesta vida um soneto já ditei,
Se desta agora escapo, nunca mais;
Louvado seja Deus, que o acabei.
Poemas de Gregório de Mattos.
Saudações alvinegras!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Uma campanha II

O Cantinho Botafoguense promove outra campanha, que tem total apoio do Botafogo do Biriba. Rodrigo Federman exige a demissão do vice-presidente de futebol André Silva e do gerente de futebol Anderson Barros.
Os dois são igualmente danosos ao clube, mas diferem em alguma medida. Se por um lado André Silva não deveria ter sido nomeado para o cargo por conta de sua total inexperiência, por outro, Anderson Barros não poderia jamais ser cogitado para assumir a gerência de futebol, uma vez que possui um currículo de arrepiar a própria Morte. É um profissional do futebol que coleciona um longo repertório de fracassos e sua contratação é uma irresponsabilidade inexplicável.
Pedimos encarecidamente ao Presidente Maurício Assumpção, que assuma de vez o comando e mude de rumo enquanto há tempo, porque a água já está a um palmo do convés.
Nota: Para saber mais sobre a brilhante carreira desastrosa de Anderson Barros leiam Anderson Barros é uma fraude e os títulos subsequentes, na postagem O planejamento deu certo.
Saudações alvinegras!
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
O novo técnico do Botafogo

“Eu particularmente nem faço recreativo nas equipes em que trabalho. O atleta tem esse costume porque ele gosta e tornou-se uma tradição no futebol brasileiro. Agora nesta sexta, precisava ajustar algumas coisas. Normalmente, faço um trabalho de dois toques seguido de um tático. Porém, como o grupo trabalhou dois dias com muita intensidade e a manhã estava com muito sol entendi que os dois toques podiam esperar.” (Fala de Estevam Soares – UOL Esporte, 14/8/2009)
Se tem coisa que me irrita mais que buzina em sinal fechado e celular tocando musiquinha chinfrim, essa coisa chama-se “rachão”. Brincadeira tem hora.
Até agora o novo técnico do Botafogo só me fez rir. Só tenho elogios. Tudo bem que à sua figura foi agregada a imagem da tão esperada saída do ex-treinador, o que o deixa um pouco mais fotogênico. Mas o que interessa é que o novo técnico do Botafogo coloca os jogadores pra treinar como deveriam, repreende quando acha que deve, dá atenção especial para quem considera estar com dificuldades específicas e não fica fazendo discurso de vendedor de ilusões.
Além disso – volto a repetir o que já escrevi em postagens anteriores –, o novo técnico do Botafogo enxerga o Glorioso como time grande, de tradição e com futuro promissor. Acredita que pode colaborar para o fortalecimento da equipe e do clube e, como contrapartida, que o clube pode ajudar a difundir seu nome em escala nacional e, consequentemente, contribuir para a valorização de seu passe e a ascensão de sua carreira.
Os que achavam que eu sou um ranzinza e que adoro reclamar por puro prazer e recalque, podem tirar seu cavalinho da chuva. Eu adoro elogiar. E vou continuar elogiando o novo técnico do Botafogo enquanto ele estiver fazendo o que se espera de um técnico de futebol profissional.
Nunca iria imaginar ser tão bom ficar repetindo “o novo técnico do Botafogo”. Mas é bom mesmo, hein?
O novo técnico do Botafogo, o novo técnico do Botafogo, o novo técnico do Botafogo, o novo técnico do Botafogo...
É tão fofo brincar de dirigente...

Foi só eu criticar o método de avaliação de jogadores através da “apreciação” de DVDs, que o vice de futebol André Silva, exagerado toda vida, piorou ainda mais a imagem pantanosa da gerência de futebol do Botafogo, dizendo o seguinte: “Existe um certo interesse sim. Eu e o Anderson (Barros, gerente de futebol) conversamos na quarta-feira e levamos o assunto para o Estevam Soares, que o conhece e ficou de observá-lo com mais calma. Eu já não o conheço tanto assim e, neste fim de semana, vou recorrer ao Soccer Association (nosso grifo) (site especializado em estatísticas de jogadores) para saber mais detalhes sobre ele.” (Jornal dos Sports, 14/8/2009)
Biriba recomenda a leitura do comentário intitulado Impeachment now! sobre a confissão de incompetência do nosso vice de futebol, encontrado no Cantinho Botafoguense.
Saudações alvinegras!
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Balanço de mentirinha
O volume de postagens e também o de pesquisa para alimentar as pautas deste blog diminuiu nas últimas semanas devido ao acúmulo de trabalho lá na minha casinha.
Chegou a tal ponto a disputa por tempo entre a minha vida profissional e a de blogueiro, que agora me sinto forçado a fechar por alguns dias, ao que chamarei eufemisticamente de "balanço trimestral".
Sigo com amenidades e piadas, dentro do possível e a partir de quinta-feira que vem espero que o ritmo tenha voltado ao normal.
Para não passar o dia em branco, farei breves comentários sobre as notícias do dia de hoje.
Notícia boa, primeiro

“Depois de treinar nesta sexta-feira com o restante do time, o atacante André Lima tem grandes chances de atuar entre os titulares do Botafogo contra o Avaí.” (Jornal dos Sports.com, 10/7/2009).
Ótimo. Um jogador tecnicamente limitado, mas que não tem o defeito de chutar justamente onde o goleiro está. E não torce pro time da Gávea, como a decepção ambulante, Victor Simões, o Hello Kitty da lagoa. Finalmente um centroavante botafoguense vestirá o uniforme mais bonito do mundo.
Técnico farsante e demagogo de verdade
“Acho que vai ser um jogo mais difícil. Nossa responsabilidade é maior. Semana passada escutamos de todo mundo que o favoritismo era do Atlético-MG. Tivemos maior tranquilidade. Agora já é um confronto mais estudado.” (Declarações de Ney Franco, Jornal dos Sports.com, 10/7/2009).
Ney Franco é uma farsa e um especialista em discursos bem arrumados para enganar trouxas. Antecipa uma justificativa para um possível mau resultado, na tentativa de criar a iludusão de que a equipe encontrará maiores dificuldades enfrentando o penúltimo colocado do que o primeiro da tabela. Pode até ser que o Botafogo encontre um time mais bem arrumado e inspirado que o adversário do jogo passado, mas aos meus ouvidos isso sôa como lábia de um vigarista.
Gripe da toupeira louca - "so hip"
“O zagueiro Juninho é o sétimo jogador do time afastado por conta de uma gripe que vem tomando conta de General Severiano. Mesmo assim, Ney foi muito franco ao dizer que não está preocupado com a 'onda' do momento.” (Jornal dos Sports.com, 10/9/2009).
Segundo o gênio do futebol, Ney Frãncus, o Departamento Médico Legal do Botafogo, conhecido por sua comprovada incompetência, entrou agora em uma nova “onda”. Ficaram mais “mudernos” e estão acompanhando a “tendência do momento”, que é essa tal gripe alvinegrária. Devem estar também usando camisas bem apertadinhas e topetinho à la Juninho.
E Ney Franco "não está preocupado". Lógico: perca ou ganhe, leve o Botafogo ao rebaixamento ou não, ele não está ameaçado de perder o cargo, segundo afirma, resoluta, a ilibada diretoria que se encastela em General Severiano.
O INSS é aqui

“Teco é um excelente profissional. Fizemos um acordo em que ele aceitou uma redução de salário para continuar no Botafogo.” (Declaração de André Silva, Jornal dos Sports.com, 10/9/2009).
O Botafogo continuará pagando o salário de um jogador que veio bichado, continua bichado e que, baseando-se na declaração do dirigente, pode-se aventar que continuará fora de condições de jogo sabe-se lá por quanto tempo, senão para sempre. A boa notícia que André Silva dá ao torcedor - a redução do salário/auxílio do jogador/pensionista - deixa um cheiro no ar de que o clube está pagando uma aposentadoria por invalidez.
Assim sendo, uma vez que o clube de General Severiano parece colaborar com tanto empenho com o Governo Federal, tornando-se evidentemente um parceiro, é de se esperar - já que fez para o Coríntia - que o Presidente Lula também indique alguma empreiteira para assessorar a atual diretoria no projeto de demolição do Engenhão.
Treinar pra quê?
“Um dia após a apresentação de André Lima e Jônatas como novos reforços do Botafogo, os dois jogadores já participaram do primeiro rachão com os novos companheiros de equipe. O rachão foi disputado na manhã desta sexta-feira em General Severiano.”
- Ele falou “rachão”?
- Falou.
- Mas eles não tiveram folga na segunda e só treinaram na terça?
- Isso mesmo.
- E jogaram uma pelada na véspera do jogo!
- É...
- Cambada de @%¨$#!!!!
- Olha o nível, Biriba!
- Grrrrrrrrr
Saudações alvinegras!
Chegou a tal ponto a disputa por tempo entre a minha vida profissional e a de blogueiro, que agora me sinto forçado a fechar por alguns dias, ao que chamarei eufemisticamente de "balanço trimestral".
Sigo com amenidades e piadas, dentro do possível e a partir de quinta-feira que vem espero que o ritmo tenha voltado ao normal.
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Para não passar o dia em branco, farei breves comentários sobre as notícias do dia de hoje.
Notícia boa, primeiro

“Depois de treinar nesta sexta-feira com o restante do time, o atacante André Lima tem grandes chances de atuar entre os titulares do Botafogo contra o Avaí.” (Jornal dos Sports.com, 10/7/2009).
Ótimo. Um jogador tecnicamente limitado, mas que não tem o defeito de chutar justamente onde o goleiro está. E não torce pro time da Gávea, como a decepção ambulante, Victor Simões, o Hello Kitty da lagoa. Finalmente um centroavante botafoguense vestirá o uniforme mais bonito do mundo.
Técnico farsante e demagogo de verdade
“Acho que vai ser um jogo mais difícil. Nossa responsabilidade é maior. Semana passada escutamos de todo mundo que o favoritismo era do Atlético-MG. Tivemos maior tranquilidade. Agora já é um confronto mais estudado.” (Declarações de Ney Franco, Jornal dos Sports.com, 10/7/2009).
Ney Franco é uma farsa e um especialista em discursos bem arrumados para enganar trouxas. Antecipa uma justificativa para um possível mau resultado, na tentativa de criar a iludusão de que a equipe encontrará maiores dificuldades enfrentando o penúltimo colocado do que o primeiro da tabela. Pode até ser que o Botafogo encontre um time mais bem arrumado e inspirado que o adversário do jogo passado, mas aos meus ouvidos isso sôa como lábia de um vigarista.
Gripe da toupeira louca - "so hip"
“O zagueiro Juninho é o sétimo jogador do time afastado por conta de uma gripe que vem tomando conta de General Severiano. Mesmo assim, Ney foi muito franco ao dizer que não está preocupado com a 'onda' do momento.” (Jornal dos Sports.com, 10/9/2009).
Segundo o gênio do futebol, Ney Frãncus, o Departamento Médico Legal do Botafogo, conhecido por sua comprovada incompetência, entrou agora em uma nova “onda”. Ficaram mais “mudernos” e estão acompanhando a “tendência do momento”, que é essa tal gripe alvinegrária. Devem estar também usando camisas bem apertadinhas e topetinho à la Juninho.
E Ney Franco "não está preocupado". Lógico: perca ou ganhe, leve o Botafogo ao rebaixamento ou não, ele não está ameaçado de perder o cargo, segundo afirma, resoluta, a ilibada diretoria que se encastela em General Severiano.
O INSS é aqui

“Teco é um excelente profissional. Fizemos um acordo em que ele aceitou uma redução de salário para continuar no Botafogo.” (Declaração de André Silva, Jornal dos Sports.com, 10/9/2009).
O Botafogo continuará pagando o salário de um jogador que veio bichado, continua bichado e que, baseando-se na declaração do dirigente, pode-se aventar que continuará fora de condições de jogo sabe-se lá por quanto tempo, senão para sempre. A boa notícia que André Silva dá ao torcedor - a redução do salário/auxílio do jogador/pensionista - deixa um cheiro no ar de que o clube está pagando uma aposentadoria por invalidez.
Assim sendo, uma vez que o clube de General Severiano parece colaborar com tanto empenho com o Governo Federal, tornando-se evidentemente um parceiro, é de se esperar - já que fez para o Coríntia - que o Presidente Lula também indique alguma empreiteira para assessorar a atual diretoria no projeto de demolição do Engenhão.
Treinar pra quê?
“Um dia após a apresentação de André Lima e Jônatas como novos reforços do Botafogo, os dois jogadores já participaram do primeiro rachão com os novos companheiros de equipe. O rachão foi disputado na manhã desta sexta-feira em General Severiano.”
- Ele falou “rachão”?
- Falou.
- Mas eles não tiveram folga na segunda e só treinaram na terça?
- Isso mesmo.
- E jogaram uma pelada na véspera do jogo!
- É...
- Cambada de @%¨$#!!!!
- Olha o nível, Biriba!
- Grrrrrrrrr
Saudações alvinegras!
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Pensamento geral


- E o Botafogo, Luís?- Biriba, você acha que vou emporcalhar nosso blog escrevendo aqui o que estes senhores pensam sobre o Botafogo?
- Ah, tá...
Saudações alvinegras!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Agora vai!
(Personagem do seriado televisivo, "The Banana Splits". Imagem gentilmente enviada por Vicente Couto. Qualquer semelhança com personagens reais é mera coincidência)
“Com as duas peças que queremos trazer, tenho certeza de que o Botafogo vai brigar pelo título. Alguns podem rir ou achar engraçado, mas eu acredito.” (Palavras de André Silva – Lancenet, 27/5/2007)Chegaram. Quem achava que André Silva era um mentiroso, um embromador, um dirigente amador e inepto e que não entende nada de futebol, quebrou a cara. Tá aí o que você queria!
Com a chegada de André Quenuncadeveriatersaído Lima e do refugo proveniente da Gávea e propriedade de Eduardo Uran, Jônatas, o Botafogo finalmente entra na briga pelo título.
Chegam um botafoguense de coração e um flamenguista de carteirinha. Quanto a André, sobram elogios e boas lembranças. Torço para que encontre seu espaço e conte com a ajuda divina, para obter sucesso no arremedo de time, que é a equipe montada pelo pastiche de técnico de futebol, Ney Franco.
Quanto a Jônatas, é só não escalá-lo para bater pênalti em uma final de campeonato contra o time da Gávea, que estaremos numa boa.
(Um comentário do Fernando Gonzaga, botafoguense e também blogueiro, me lembrou de um fato que vou adicionar ao corpo da postagem).
O elenco do Botafogo conta com: Leandro Guerreiro, Thiaguinho, Tulio Souza, Batista, Leo Silva, Fahel, Jougle e, agora, Jônatas. Oito volantes.
Pode dar certo um negócio desses? Seria uma garantia para o caso de quatro deles se machucarem ao mesmo tempo?
Não, senhores, não é nada disso. É incompetência, mesmo. Y otras cositas más (y malas).
Salve, André Silva! Você é um gênio do futebol e um humorista impagável.
O Coríntia e o Brasil são a mesma coisa
(Contrariando a tradição biribaísta de só falar sobre coisas do Botafogo, abro um espaço para uma reflexão fora desta seara).
O fenomenal jogador, Robustaldo, disse o seguinte: “O presidente Lula é quem mais está ajudando o Corinthians nessa fase. Ele está dando alguns contatos de empreiteiras que podem nos ajudar, mas não é financeiramente. O presidente está muito interessado no projeto do Corinthians. Ele é fanático, um corintiano roxo.” (Jornal O Globo, 8/7/2009).
Se não é “financeiramente”, suponho que seja dando apoio logístico ao gerenciamento da frota de tratores arbitrais corintianos.
- Isso é de tráfico de influência?
- Não.
- É vazamento de informação sigilosa?
- Pô, Biriba, você é um primário.
- Pode ser aventada a hipótese de uso indevido de informação privilegiada e formação de lobby presidencial para a escolha de empresa privada a tornar-se responsável pela construção do novo centro de treinamentos do Coríntia?
- PQP, finalmente, Biriba!
Saudações alvinegras!
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Contratações e tentativas: O blá-blá-blá desencontrado de André Silva

"As negociações estão bem encaminhadas, mas ele tem contrato com o São Paulo e o empresário dele está tentando a liberação do jogador.” (André Silva – Terra, 1/7/2009)
Saiu do Botafogo contra sua vontade, numa das negociações mais estranhas e cercadas de mistério que já vi na história recente do Botafogo. Era o artilheiro do time, o Botafogo disputava a liderança do campeonato e Dodô estava suspenso por dois anos.
De todas as contratações e tentativas, pode ser a única boa notícia. E ele tem uma coisa que o difere dos outros: é Botafoguense.
“Fiquei surpreso com essa notícia. Nenhum dirigente do Botafogo me procurou. Se teve algum interesse, não chegou para mim. Até conversei com o meu empresário sobre isso tudo, e ele confirmou que não teve contato com ninguém do Botafogo.” (Dênis Marques – SRZD, 30/6/2009)“Entramos em contato, mas a negociação nos custaria R$ 200 mil mensais. Logo, desistimos, não temos condições. Há quem não se incomode, mas os dirigentes de clube têm responsabilidade fiscal, há lei contra o mau pagador. Por isso, não é fácil. Ou contratar e não pagar é a forma correta?” (André Silva – Lancenet, 29/06/2009)
Só um teste de DNA com Gepeto poderia esclarecer a dúvida. Mas o que interessa é que não veio.
“Ele não vai para o Botafogo. Já tenho coisas melhores para ele, uma do Brasil e outra do exterior. Em acordo com o presidente do Corinthians, decidimos esperar o fim da Copa do Brasil.” (Fernando Garcia, empresário de Otacílio Neto – Lancenet, 16/6/2009)"Vai que acontece alguma coisa e o Corinthians fica sem poder liberar o jogador. É melhor esperar passar a decisão." (André Silva – globoesporte.com, 1/7/2009)
É, parece que Otacilio Neto não conseguiu “coisas melhores” ao final da Copa do Brasil e André Silva não preserva a autoestima do Botafogo. Isso se o fator "caetaneante" não entrar em cena com um "ou não".
"Jogar pelo Botafogo seria a realização de um sonho de criança. Na minha família, a maioria torce pelo clube. Assim que soube do interesse, liguei para alguns parentes, que ficaram muito felizes." (Bill – Lancenet, 16/6,2009)“É um jogador interessante. Não podemos ainda dar muitos detalhes, mas o Bill está sendo analisado e esperamos evoluir com a negociação.” (André Silva – Jornal dos Sports.com.br, 15/6/2009)
As declarações de Bill merecem elogio. Demonstram que é um homem ajuizado, de extremo bom gosto e que vem de uma família de pessoas dignas e respeitáveis.
Sem entrar no mérito das qualidades "interessantes" do jogador, já sabemos que não veio. Mas será que virá, já que Otacilio Neto "não vai", mas parece que vem?
“Já que vamos para a Bahia por causa do jogo, faremos uma reunião com o Vitória para negociarmos melhor a transferência de Marquinho para o Botafogo. Estamos atrás de um jogador e o perfil dele é o que a gente quer.” (André Silva – globoesport.com, 18/6/2009)Estava “bichado”, se recuperando de uma cirurgia, mas é jogador da Traffic e é ela quem manda. Uma incógnita que não veio.
"A gente está tentando viablizar o negócio, mas em função do nosso orçamento e o salário dos jogadores (Zé Roberto e Josiel), a gente está tentando compor uma fórmula com o Flamengo para trazer os jogadores. Neste momento não temos uma posição definitiva." (André Silva – O Dia Online. Fonte: Rádio Globo, 26/6/2009)"Quanto ao Josiel, descartamos em função do alto salário." (André Silva – Jornal do Sports.com, 26/6/2009)
Salve, salve! A incompetência livra o Botafogo de mais um refugo vindo da Gávea. Mas com certeza o alto salário de Josiel é muito mais baixo que o do "amigo pessoal", Lúcio Flávio, o Gentleman.
“Ainda não nos aprofundamos neste assunto. Estamos fazendo a coisa com os pés no chão. É um jogador que me agrada e teve o nome citado.” (André Silva – globoesporte.com, 2/7/2009)A Gávea não quer, o Espanyol também não. Mais um rejeito flamenco-flamenguista a se juntar à horda que está se alastrando por General Severiano, "aprofundando" ainda mais o "assunto" rebaixamento.
“Ele (Mauricio Pinilla) foi realmente oferecido. Porém, não está no perfil dos jogadores que o Ney Franco quer trazer”. (André Silva – Lancenet, 2/7/2009)Não vem. Mas pergunto ao Rui Moura: Como foi este jogador em sua passagem por Portugal? Um amigo vascaíno me disse que é um tremendo perna-de-pau.
"Ele (Lucio, América de Natal) nos foi indicado e fiz o compromisso de observá-lo melhor. Mas o que estamos precisando, no momento, são jogadores de Série A, que todos conhecem. Com uma base montada, é preciso dar o tiro certo. Não vale mais apostas." (André Silva – Lancenet, 26/6/2009)Se "ainda" vale ou não apostar, isso não é do meu ramo, pois não sou especialista em jogos de azar. No máximo sei que posso "passar a vez". Então, passo.
Mas ao dizer que "fez (sic) o compromisso de observá-lo (o jogador Lucio)", o Sr. André Silva entra na minha seara, que é a de procurar observar os fatos e as pessoas, para me aproximar da realidade, mesmo que relativa e subjetivamente. Ao analisar o histórico do trabalho de observação do dirigente do Botafogo, chego à conclusão de que, sendo ou não um bom jogador, Lucio jamais será bem avaliado pelo Sr. André Silva.
Porque uma pessoa que acredita que Ney Franco é bom treinador, contrata Fahel, Leo Silva, Emerson, Diego, Renato, Jean Carioca, Jean Coral, Tony, Flavio e que reintegra Juninho, Lúcio Flávio e ainda tenta trazer de volta Zé Roberto e Dodô não tem a mínima capacidade para observar e avaliar absolutamente nada relacionado ao futebol.
Na visão do Sr. André Silva, um jogador de futebol e um poste formam exatamente a mesma figura.
“Estou com 28 anos e sei da importância que é vestir essa camisa (...) É um sonho de criança jogar no Flamengo. Se trata de um clube que sempre admirei e, além disso, noventa por cento dos meus familiares eram torcedores.” (Lamentável declaração de Zé Roberto – UOL, 17/1/2009)"Eu quero ficar no Flamengo e foi isso que ficou decidido. Estou muito satisfeito com essa conversa e nunca partiu de mim a possibilidade de sair. Meu ciclo na Gávea ainda não acabou e quero voltar ao time para fazer a torcida confiar em mim como aconteceu logo quando eu cheguei." (O Globo, 1/7/2009)
Ninguém quer Zé Roberto. Um jogador fora de forma, dispensado (ou não?) da Gávea por insuficiência técnica, que fez corpo mole quando queria sair do Botafogo, cuja passagem pelo Shalke 04 não deixou boas recordações aos alemães e que fez e faz declarações como estas, não merece vestir a linda camisa preto e branca.
Zé Roberto, não!
Não é mais incompetência. Isso é falta de vergonha na cara.

“Eu e o Maurício Assumpção encontramos o advogado do jogador (Dodô) num restaurante e conversamos sobre a possibilidade dele voltar ao Botafogo. Mas há esse impedimento legal (suspensão) e há também a rejeição de uma parte da torcida, pelo que ele falou quando saiu do Botafogo.” (André Silva – Gazeta online)
Porque tanta objeção ao que Dodô falou quando foi transferido, se eles fizeram exatamente o que jogador disse que queria, após a derrota para o Ipatinga por 3x1, que eliminou o Botafogo da Copa do Brasil, em pleno Maracanã?
"Queria ter oito jogadores do Ipatinga no meu time hoje." (Dodô, ainda em campo, em 2006).
Saudações alvinegras!
terça-feira, 2 de junho de 2009
Que fazes tu, André?

O presidente do Botafogo é dentista. Ganha a vida cuidando do bem estar bucal de seus clientes.

Já o vice-presidente, que declarou não ganhar um tostão para cuidar dos interesses do Botafogo, não tem uma ocupação empregatícia publicamente declarada.
Fica uma pergunta no ar: Qual é a atividade profissional de André Silva?

Para o bem da saúde pública, torço para que não seja médico.
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Nota: No post Sábado no Parque, esqueci de escrever a moral da estória. É a que segue:
“Até no zoológico Fahel afasta a alegria do mundo.” (Nhei Frun Ku)
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AVISO IMPORTANTÍSSIMO A TODOS OS BOTAFOGUENSES:
Saudações alvinegras!
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