sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O fracasso como meta

(Foto: Agif)

Se o atual comando técnico do Botafogo tivesse o mérito como fundamento para a tomada de suas decisões, o Jadson não sairia do time para a entrada do outrora excelente jogador Renato.

O Renato de hoje em dia – e que infelizmente jogará amanhã – não tem nada a ver com o jogador do Santos e do Sevilla e seu rendimento atual não se parece nem mesmo com o bom futebol que apresentou no período inicial de seu contrato com o Botafogo. Até sua sombra se envergonha de representar a silhueta do jogador burocrático, apático e modorrento que Renato se tornou, e que tem em seus ‘lençoizinhos’ um complemento bisonho para o constrangimento da torcida.

A volta de Renato ao time principal demonstra claramente que o objetivo da atual diretoria não é o sucesso. E já que a mediania é a meta, que barrem também o Dória, que é a melhor revelação do ano, para que o jovem talento siga o mesmo caminho do já saudoso Jadson. E, para completar a façanha, por que não se livrar também do ótimo Gabriel, completando com precisão a sabotagem do time e a desvalorização das revelações do clube?

Uma décima colocação faria justiça ao empenho em busca do fracasso.

Saudações botafoguenses!

[Adendo em 8/10/2012]: Nem foi necessária a presença de Renato, pois tínhamos Oswald'Oliveira a escalar Elkeson no comando de ataque, Fellype Gabriel sem condições de jogo, Andrezinho para atravancar a ascensão de Jeferson, Vitor Jr e sua correria inútil e o inexplicável Rafael Marques a 5 minutos do fim. Ou seja, a atual diretoria contratou um técnico perfeito para acabar com a esperança do torcedor, pois o Botafogo demonstra que entrou na competição mais importante do futebol brasileiro para disputar vaga na Copa Sul-Americana.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012