O debate em torno da questão sobre poupar jogadores em função do desgaste em decorrência da disputa de competições paralelas é bem-vindo e faz sentido. O que não faz sentido é priorizar a competição nacional em detrimento da internacional, onde o caminho para uma participação na Libertadores é bem mais curto e menos desgastante.
Outro ponto a ressaltar é o formato das competições. Enquanto uma é disputada através de sistema de pontos corridos, em que a recuperação ao longo da competição é possível, a outra é um mata-mata. Considero a partida de hoje, por ser decisiva, muito mais importante do que a da 19ª rodada do Brasileirão.
Acho uma pena que os dirigentes pensem o contrário.
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O importado ‘revezamento europeu’ nos garantirá a volta de Alessandro na noite de hoje. Como Lucas teve uma sequência de somente dois jogos, é jovem e, segundo o que foi noticiado, não apresenta cansaço significativo, por que substituí-lo, uma vez que foi determinante na jogada que abriu caminho à última vitória?
Para que eu me convencesse de que o conceito do revezamento fosse o que realmente contasse para a presença de nosso eterno lateral-direito – botafoguense de coração, diga-se –, do lado esquerdo também deveria haver o tal rodízio. Até porque o substituto de Cortês é melhor que o promissor titular. Mas, o que fazer? Os interesses de empresários são o que fala mais alto no futebol mundial e, no Botafogo, eles não falam, eles gritam!
Saudações botafoguenses!
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