quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O Rei dos Nulos


Considerava Fahel um jogador inútil, mas, depois do jogo de hoje, percebi que estava errado. Vejam o tamanho do meu engano:

Em um lançamento que ia certeiro à cabeça de Loco Abreu, que escorou com categoria para Herrera, perto da marca do pênalti, Fahel estava colado(!) a Abreu, somente para fazer uma falta desnecessária no zagueiro – que já havia perdido o lance – e invalidar a jogada. Em seguida, em outro cruzamento que ia direto para o cabeceio de Herrera, Fahel cabeceou antes do argentino e garantiu mais uma defesa para o currículo do goleiro do Tigres. Mais adiante, numa bola alta no meio de campo, sozinho, Fahel escorou de cabeça na direção exata de um adversário, que iniciou um ataque.

No segundo tempo, nosso camisa oito (camisa que já vestiu Didi e Gerson) pega uma sobra na linha da grande área e, sem o combate de ninguém, adianta a bola, perde o lance e chuta um adversário, presenteando o Tigres com uma falta perigosa na meia-lua e consegue, inclusive, receber um cartão amarelo (a torcida gritou “Expulsa, expulsa!”, demostrando grande lucidez). Quando tocávamos a bola para garantir o resultado e poupar energia, ele combina com Alessandro, seu parceiro de empreitada, e fica em impedimento, de costas(!) para o gol adversário.

Como vocês podem perceber, meu equívoco foi enorme e agora me prontifico a corrigir o erro afirmando: Fahel não é um jogador inútil. Ele é um tremendo reforço pro adversário.

Saudações alvinegras!

2 comentários:

Rui Moura disse...

rsrsrsrsrsrsrs...

Abraços Gloriosos!

Luiz Docarmo disse...

A história completa é mais complexa, em conjunto com o povo co-irmão de seu companheiro, Leo Silva, o Rei dos Obtusos. Enquanto os Nulos nada faziam, ficando a observar o desdobramento da História, os Obtusos eram muito dinâmicos e prodigiosos. Dentre seus grandes feitos destacam-se o lançamento de 900 quatrilhões de metros cúbicos de terras holandesas ao mar e a completa drenagem das terras saarianas.

Saudações alvinegras!