
- Jefferson, ‘A Parede’: Sempre foi e sempre será um goleiro espetacular. Se se contiver nas firulas – que não faz nos momentos ‘sérios’, diga-se – e melhorar sua saída de bola, pode ser considerado o melhor do futebol brasileiro (já ‘parou’ – espetacularmente, segundo o noticiário – o El ‘Locomania’ Loco por duas vezes num treino;
- Alessandro, ‘O Presidente dos Woodenlegs’: Se tiver um time jogando otimamente bem à sua volta, sua raça pode ser um fator positivo. Pena que nenhum time pode jogar bem com Fahel e Lucio Flavio no meio-de-campo;
- Antonio Carlos, ‘O Bem-aventurado’: Pode-se sempre esperar o melhor de um jogador que faz gol de nuca em decisão de campeonato e que tem a família alvinegra;
- Wellington, ‘The Squalidus’: Depois de elogiá-lo com entusiasmo ‘desproporcional’, me decepcionou inúmeras vezes. Espero que a ausência de Juninho faça bem a toda a defesa;
- Marcelo Cordeiro, ‘São Gonça Boy’: É gonçalense. Aposto que minha cidade vizinha não produz apenas músicos talentosos. Dessa vez aposto que vem um jogador ‘injuado’.
- Leandro Guerreiro, ‘O Lutador Pranada’: Luta até o fim, e é difícil criticar um jogador com tamanha dedicação. Mas a verdade é que nada, nada e sempre dá o seu jeitinho de morrer na praia. Tomara que este ano ele saia da água, que parece não ser seu habitat natural;
- Fahel, ‘O Rei dos Nulos’: Vão se danar, diretoria e ‘parceiros’ empresários!!!
- Eduardo, ‘Knight of Danaite’: Tomara – mas tomara mesmo! – que este cidadão crie juízo e abrace a carreira de jogador de futebol, deixando de lado a atleticamente inútil boemia;
- Lucio Flavio, “O Maestro da Orquestra de Surdos’: O ‘amarelão’ de sempre, continua hospedado na cama de casal de Andre Silva e toda noite conta historinhas de futebol para seu anfitrião dormir com sorriso de saxofone no sofá da sala;
- Jorge Luiz, (ainda não sei): Metade de seu nome indica que seja um sujeito ajuizado e de grande talento futebolístico. A outra metade pode ajudar de alguma forma, talvez matando um animal alado horroroso. Acho que esse sujeito pode ser a melhor surpresa do campeonato;
- Herrera, ‘El Sano’: “Enquanto os holofotes esquentam o prato principal, El Loco, El Sano come pelas beiradas.” (Biriba)
O que temos?

Temos um paredão no gol; um esforçado, porém, mau jogador; um jogador que fez gol de nuca em decisão de campeonato; jogadores cujos familiares são botafoguenses; um zagueiro tatuado com uma estrela de cinco pontas; uma eterna nulidade; um trio bem-falado, que infelizmente vem da base ‘co-irmã’; dois amarelões que não se fartam de perder pênaltis em momentos decisivos; um jovem promissor que é problemático, mas que parece ter se livrado dos maus hábitos; e atacantes importados.
- O quê que isso tudo quer dizer?
- Sei lá. Tava sem assunto.
- Humpf...
Saudações alvinegras!
PS: Na tabela aqui ao lado, o horário da partida está incorreto. O jogo está marcado para as 19:30h.
8 comentários:
temos um time modificado nesta temporada e alguns remanescentes podem mudar de postura, graças as novas peças que chegaram, por exemplo: a garra dos gringos lá na frente, pode fazer o Lúcio Flávio se coçar e se mostar mais presente na partida...e outra situação, a dupla de zaga sem o Juninho e um novo lateral do lado esquerdo, podem dar um pouco mais de consistência do setor defensivo, o que pode refletir diretamente no desempenho do Alessandro...então acho que, alguns jogadores podem render mais em 2010...
abraço!!!
Fernando, você falou tudo, perfeito. Não tenho o que acrescentar ao seu comentário, penso exatamente da mesma forma.
Saudações alvinegras!
O que masi me preocupa é ter o L. Flávio como "camisa 10", "principal articulador" do time. Já falei e vou repetir. O nosso problema não é o L. Flávio. O problema é ter ele como "status" de líder, de "maestro" de "camisa 10". Os melhores momentos dele no Botafogo, foi quando o mesmo jogou ao lado de Zé Roberto e ou C. Alberto, ou seja, tinha um driblador organizando com ele no meio de campo.
Ano passado, ele mostrou uma coisa interessante. A capacidade de voltar e ajudar na marcação do meio de campo.
Acho que ele é útil sim, mais sem essa de status de capitão. Como um 3 homem de meio de campo e voltando para ajudar na marcação. Não gostei da escalação do E. Soares. Só colocaria o Eduardo se fosse no lugar do Fahel, como segundo volante. Entraria com o Rodrigo, até mesmo por uma questão de tempo de casa e até para testar o "garoto", ficando o Diguinho como opção para o segundo tempo.
Mais se eu fosse o técnico mesmo, emtraria com o seguinte time. Jefersson, Alessandro, A. Carlos, Wellington e M.Cordeiro; L.Guerreiro, W. Junior, L. Flávio e R. Dantas; J. Luiz e Herrera.
SAN
Grande Luiz,
Grande Biriba,
O empresário do fahel é muito poderoso! Esse cara não serve para pisar o solo sagrado de GS! Sai e entra ano e o cara é o mesmo. Só vai no corpo do adversário e adora meter uma mão o braço no peito de quem está na frente.
Eduardo é o mascarado de sempre!
lento flávio joga muito contra os pequenos!
Herrera nos dará grandes alegrias! Quanta diferença para os mulambos chinelinho e lagosta!
Nos encontramos no Engenhão!?
Abs e Sds, BOTAFOGUENSES!!!
Luciano, concordo contigo com relação ao LF, que funciona melhor como armador, um sujeito que dita ritmo e ‘acalma’ a bola.
Como estou escrevendo depois do jogo (só cheguei em casa agora, não por uma comemoração exagerada, é bom ressaltar...rs), sublinho o que o Gil disse logo em seguida a você: ele bate um bolão contra os ‘pequenos’.
O Eduardo decepcionou, como sempre. Não tem mais jeito, esse cara. Fahel é aquela porcaria de sempre. O Wellington não pode ser titular em hipótese alguma e o Caio me pareceu bem melhor que esse Jorge Luiz.
Saudações alvinegras!
Gil, concordo inteiramente com o que você diz. O Fahel é o mistério do ministério. Quando o Botafogo solucionar este caso misterioso, muitas outras coisas misteriosas serão solucionadas.
O Eduardo não tem cura no Botafogo. Se tiver cura, vai ser em outro time.
Se não temos um líder nato, a braçadeira de capitão aos cuidados do melhor jogador é a opção mais acertada. Neste caso, começamos muito bem o ano, com a braçadeira nas mãos certas e com um goleiro espetacular.
Na parte psicológica o Herrera foi exatamente o que eu esperava que fosse. Só não sabia é que o cara chutava de direita e esquerda. Nunca me soou bem esse negócio de “não caiu na perna boa”, no caso de um centro-avante. Fiquei fã do sujeito. Acho que o tal do El Loco arrumou uma sombra de peso.
Nos encontraremos com certeza no Engenhão.
Saudações alvinegras!
Grande Luiz,
Espero que o Herrera jogue o mesmo futebol que eu vi quando defendia o "mulambo" paulista. Naquela época trabalhava em SP e vi muitos jogos dele. O cara se posiciona bem, busca o jogo, não tem medo de cara feia, não tem bola perdida e sempre passa a bola para o jogador bem colocado. Chuta bem de fora área e muitas das vezes pega o goleiro desprevenido.
A torcida do "mulambo" paulista protestou com a sua venda para o grêmio e acho que deve ter acontecido alguma coisa com ele no sul, pois não jogou muito.
Abs e Sds, BOTAFOGUENSES!!!
Gil, o Herrera parece ser mesmo a sombra que é o próprio 'cara'.
Suas observações sobre ele são perfeitas. Chuta de fora da área (com as duas), e se coloca muito bem dentro dela. Não tem 'bola perdida' e parece que é argentino mesmo. Há quanto tempo não temos um 'hermano'?
Já estava na hora de matarmos a saudade do Fisher...
Saudações alvinegras!
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