domingo, 19 de abril de 2009

Domingo Menor

- A trave abjeta tornou-se, mais uma vez, o centro de todas as atenções.

- Fico meio desorientado sempre que tento descobrir a função do Fahel, o famoso chefe dos árabes de Zor. Seria a mesma de uma capinha de crochê para liquidificador?

- O Alessandro é o que é: nada.

- O Leo Silva é o que é: o que se encontra dentro do vácuo. (Ele é mais complexo)

- Nesta tarde, meu herói não foi encontrado em todo o Peloponeso.

- Sempre que vejo o Victor Simões tentar fazer gol bonito, me agarro a uma figa e a um raminho de arruda. Informo que estas simpatias populares são crendices, pois não têm efeito prático algum.

- A cabeça do Reinaldo nunca saiu da Gávea.

- O Ney Franco é dono dos passes do Emerson, do Leo Silva e do Fahel? Seria, por acaso, amigo do dono?

- É só dinheiro o que a diretoria quer, ou além disso também quer o título?

- Que eu engula, sem chá de camomila, tudo o que escrevi acima, no próximo domingo.

- O juiz não teve nada a ver com isso. Não marcou umas faltas, inverteu outras, como é do feitio dos árbitros de futebol, principalmente contra o Botafogo. Mas não teve culpa de nada.

PS: Pago uma rodada de chope pro Renan (vitimado por fogo amigo, o grande sacaneado desta tarde - fora a torcida) e pro Leandro, que é Guerreiro.

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